“Ninguém vence sozinho,
nem no campo, nem na vida!”
(Papa Francisco)
CARTA
CONVITE
Aos Representantes de Grupos,
Sindicatos, Igrejas,
Associações, Conselheiros
de Direito e Pastorais Sociais.
O Serviço de Assistência Rural e
Urbano – SAR da Arquidiocese de Natal, dando continuidade as suas ações neste
município, vem convidá-lo para participar do Estudo sobre Fórum de Políticas Públicas, cujo objetivo é contribuir
para organização e fortalecimento das associações, sindicatos, conselhos de
direto, representantes de grupos de pastorais sociais, igrejas do município.
Data: 12
de maio de 2017
Horário: das
8h30min às 12 horas
Local: Centro
Administrativo Dom Manoel Tavares – São José de Mipibu\RN
Contamos
com a sua presença e nos colocamos a disposição com esperança e na resistência.
Cidade do
Vaticano (RV) – O cristão é testemunha da obediência, e a consequência
disto, são as perseguições. Foi o que afirmou o Papa Francisco na Missa
celebrada esta manhã na Capela da Casa Santa Marta, fazendo alusão ao
que disse Pedro na leitura dos Atos dos Apóstolos, de que “é preciso
obedecer a Deus antes que aos homens”.
Pedro, de
fato, deu esta resposta ao ser levado junto com os apóstolos diante do
Sinédrio, após terem sido libertados da prisão por um anjo. Haviam sido
proibidos de ensinar em nome de Jesus – os havia recordado o sumo
sacerdote – mas encheram Jerusalém com os seus ensinamentos.
A homilia do Papa
Francisco parte deste episódio narrado na primeira leitura, extraída dos Atos
dos Apóstolos. Para fazer compreender este acontecimento, o Papa faz referência
também ao que foi narrado anteriormente pelos Atos, nos primeiros meses da
Igreja, quando a comunidade crescia e aconteciam tantos milagres.
Havia a fé do povo, mas havia alguns
“espertalhões” – foi o alerta do Papa – “que queriam fazer carreira”, como
Ananias e Safira.
O mesmo acontece hoje – enfatiza Francisco –
assim como o desprezo das pessoas ao ver os doentes sendo levados até os
apóstolos.
Assim, cheios de inveja, os chefes pegaram os
apóstolos e os trancafiaram na prisão. Pedro, que por medo havia traído Jesus
na Quinta-feira Santa, desta vez, corajoso, responde “que é necessário obedecer
a Deus antes que aos homens”.
Uma resposta que faz portanto entender que “o
cristão é testemunha da obediência”, como Jesus que se aniquilou no Jardim das
Oliveiras e disse ao Pai: “Faça-se segundo tua vontade, não a minha”:
“O cristão é uma testemunha da obediência e se
nós não estamos neste caminho de crescer no testemunho da obediência, não somos
cristãos. Pelo menos caminhar por esta estrada: testemunha de obediência. Como
Jesus. Não é testemunha de uma ideia, de uma filosofia, de uma empresa, de um
banco, de um poder, é testemunha de obediência. Como Jesus”.
Mas tornar-se testemunha de obediência” é “uma
graça do Espírito Santo”, explica o Papa:
“Somente o Espírito pode nos fazer testemunhas
de obediência. “Não, eu vou naquele mestre espiritual, eu leio este livro...”.
Tudo está bem, mas somente o Espírito pode transformar o nosso coração e pode
nos fazer a todos testemunhas de obediência. É uma obra do Espírito e devemos
pedir a ele, é uma graça a ser pedida: “Pai, Senhor Jesus, envia-me o teu
Espírito para que eu me torne uma testemunha de obediência”, isto é, um
cristão”.
Ser testemunha de obediência acarreta consequências,
como narrado pela primeira leitura: depois da reposta de Pedro, queriam de fato
levá-lo a morte:
“As consequências do testemunho de obediência
são as perseguições. Quando Jesus enumera as Bem-aventuranças termina com:
“Bem-aventurados quando vos perseguirem e insultarem”. A cruz não pode ser
tirada da vida do cristão. A vida de um cristão não é um status social, não é
um modo de viver uma espiritualidade que me faça bem, que me faça um pouco
melhor. Isto não basta. A vida de um cristão é o testemunho em obediência e a
vida de um cristão é repleta de calúnias, boatos e perseguições”.
Para ser testemunhas de obediência como Jesus –
conclui o Papa – é preciso rezar, reconhecer-se pecadores, com tantas
“mundanidades” no coração e pedir a Deus “a graça de tornar-se um testemunho de
obediência” e de não amedrontar-se quando chegam as perseguições, “as
calúnias”, pois o Senhor disse que quando se for levado diante do juiz, “será o
Espírito a nos dizer o que responder”. (JE)
Pe. Mario Gomes, pároco da Redinha, fazendo doação (Foto: cedida)
Uma parceria entre a Arquidiocese de Natal, Hemonorte e a
Fraternidade Discípulos da Mãe de Deus lançou o projeto “Doação de Sangue: Para
a Salvação de Todos!”, alusiva à devoção aos mártires de Cunhaú e Uruaçu que
derramaram o sangue pela fé e serão canonizados no próximo dia 15 de outubro.
De acordo com a fundadora da Fraternidade Discípulos da Mãe de
Deus, Mara Maria Carvalho, “a campanha nasce da necessidade da divulgação da
devoção aos Mártires de Cunhaú e Uruaçu/RN, como também da urgência que mais
pessoas possam fazer a doação de sangue”, explicou. A doação poderá ser feita
até o dia 14 de junho, dia da solenidade e Corpus Christi. A Unidade Móvel do
Hemonorte vai circular em pontos de grande circulação na Grande Natal,
indicados pelos párocos que já aderiram à campanha.
A proposta é incentivar as pessoas a doarem sangue
voluntariamente em nome dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, propagando assim esta
devoção. “Também pedimos que os doadores possam publicar uma fotografia,
selfie, no momento da doação em suas redes sociais, divulgando assim a
campanha”, afirmou Mara Maria.
COMO
PARTICIPAR:
Ir a um local de doação de sangue e no momento do preenchimento
do cadastro será perguntado em nome de quem será realizada a doação de sangue.
A resposta do doador deve ser: estou doando em nome dos “Mártires de Cunhaú e
Uruaçu”. Outras informações acesse: www.arquidiocesedenatal.org.br/martires.