PLANO PASTORAL PAROQUIAL 2015

Fruto de ideias e discussões apresentadas durante a Assembleia Paroquial ocorrida no dia 21 de dezembro de 2014, acaba de ser publicado o novo PLANO PASTORAL PAROQUIAL 2015 da Paróquia de Sant'Ana e São Joaquim. Neste domingo, dia 26 de abril, às 19h, na Igreja Matriz, ele será entregue ao Conselho Missionário Pastoral Paroquial, juntamente ao Diretório Pastoral dos Sacramentos. Para aqueles que também quiserem adquirir, já estará a venda a partir da próxima semana na Secretaria Paroquial.

O Plano Pastoral é um guia completo das ações promovidas pela Paróquia e da sua divisão setorial. Consta nele um calendário geral dos eventos, festas de padroeiros das comunidades e o plano de ação anual das pastorais. Além de tudo isso, é possível encontrar no livrinho o contato das lideranças de comunidades, setores missionários, pastorais, movimentos e serviços de nossa Paróquia, entre outras informações importantes.



RÁDIO RURAL LANÇA SITE PARA DOAÇÕES



A Rádio Rural de Natal lançou um site para cadastrar pessoas que desejem contribuir com a emissora, como "Amigo da Rural". O endereço é: www.amigosdaradio.com.br. No portal é possível preencher dados como nome, endereço, telefone para contato, além de ter a opção para selecionar o valor da contribuição mensal. O site faz parte da campanha Sintonia do Bem, criada com o intuito de auxiliar na manutenção da rádio, principalmente no que diz respeito ao processo de migração da faixa AM para FM, que será feito em breve. Outras informações ligue: (84) 3201-1689.


Fonte: Jornal A Ordem

PRIMEIRA REUNIÃO DE PREPARAÇÃO DA FESTA DOS PADROEIROS 2015

No último dia 15 de abril tivemos nossa primeira reunião de preparação para a Festa de Sant’Ana e São Joaquim 2015. Para você paroquiano, que não pôde estar presente, trouxemos nesta matéria os pontos mais importantes discutidos:
Obs: A próxima reunião de preparação da festa está marcada para o dia 14 de maio, às 19h30, no Instituto Pio XII.

Equipes de trabalho e respectivos grupos e pastorais responsáveis:
1.       Liturgia – Coroinhas, Ministros, Ministérios de Música, Religiosas, Diácono Antônio (Comentarista), Michel e Dailza, Passus (apresentações).
2.       Divulgação – Pastoral da Comunicação, Coordenadores dos Setores, Som e Vida.
3.       Infraestrutura  - Coordenação da Festa, Terço dos Homens e ECC.
4.       Programação Cultural – ECC.
5.       Feijoada – Fraternidade Monsenhor Antônio Barros.
6.       Bazar – Terço das Mulheres.
7.       Cozinha – Vívia e Equipe.
8.       Caminhadas – Neli, Diácono Antônio e Equipe.
9.       Pipocaço – Mãe Peregrina
10.   Pescaria - Fé e Luz, Infância Missionária e Mejinho.
11.   Espaço Infantil – Grupo Escoteiro Santo Inácio de Loiola.
12.   Espaço Jovem – Pastoral da Juventude, Catequese e Segue-me.
13.   Cavalgada – Adriano, Arthur e Equipe.
14.   Artigos Religiosos – Shalom e Comunidade Boa Nova.
15.   Leilão de Garrotes – Marciano e Equipe.
16.   Camisas – Pastoral do Dízimo.
17.   Rainhas da Festa – MEJ.
18.   Sorteio – Coordenação da Festa
19.   Jantar de Adesão – A definir.
20.   Artesanatos – A definir.
21.   Acolhida – Apostolado da Oração e Nossa Senhora de Fátima.

Datas Importantes:
21 de junho – Missa de Envio dos Missionários
19 de julho – 10ª Cavalgada de Sant’Ana e São Joaquim

Coordenação da Festa de Sant’Ana e São Joaquim 2015: Sidônio e Leninha + Equipe.
Metas: Obter lista de patrocinadores e aprimorar a ornamentação externa.
Você que é paroquiano e gostaria de nos ajudar, procure se envolver na organização da Festa dos nossos padroeiros, a Festa do povo mipibuense.


O QUE O JOVEM ESPERA DA IGREJA?

Esta pergunta foi feita à jovem Karolinne Virgínio, 20 anos, estudante de Direito, agente da Pastoral da Comunicação, integrante do Ministério de Música Resgata-me e do Segue-me, da Paróquia de Sant'Ana e São Joaquim, em São José de Mipibu. Para Karol, como é conhecida, "Ser bem recebido nas celebrações, ou mesmo nas reuniões de grupos e pastorais, além de influenciar no interesse de continuar frequentando a Igreja, permite que o jovem encontre, naquele ambiente (Igreja), uma oportunidade de se expressar e também de firmar a sua fé."

A Ordem: O que você, enquanto jovem, espera da Igreja?
Karol: Acredito que a Igreja deva ser espaço acolhedor para toda pessoa, faça ela parte de qualquer faixa etária. Com o jovem não é diferente. Ser bem recebido nas celebrações, ou mesmo nas reuniões de grupos e pastorais, além de influenciar no interesse de continuar frequentando a Igreja, permite que o jovem encontre, naquele ambiente, uma oportunidade de se expressar e também de firmar a sua fé. De fato, nesta fase de amadurecimento físico e mental dos adolescentes e jovens adultos surgem inúmeras dúvidas sobre como desenvolveremos a nossa personalidade e os valores éticos que pretendemos seguir daqui pra frente. A Igreja Católica, como instituição milenar encarregada de transmitir os ensinamentos de Jesus Cristo, é base sólida na qual podemos nos apoiar na busca de solução para estes conflitos. É papel da Igreja atuar nos movimentos sociais em defesa da dignidade do ser humano e da vida, e a partir de suas obras abrir as portas para a participação da juventude que se inquieta com essas questões e ainda vê esperança na construção de um mundo melhor para se viver.

A Ordem: Quais os desafios de ser um jovem católico?
Karol: Muitos são os desafios que o jovem enfrenta quando decide viver a religião para além dos muros de sua Igreja. Nós, enquanto católicos, sofremos críticas constantes daqueles que não se dão ao trabalho de conhecer o empenho da evangelização feita dia após dia. Muitos são influenciados pelos próprios educadores que reproduzem as tristes, embora reais, injustiças cometidas pela Igreja durante a Idade Média, mas em contrapartida não são capazes de listar as diversas ações em que a Igreja lutou pelo bem da sociedade. Quando ingressamos na Universidade a situação ainda consegue piorar.  Professores tentam nos fazer engolir ideais ateístas supostamente bem fundamentados, muitas vezes desrespeitando e ridicularizando nossa crença. Os próprios estudantes, consumidos por esta concepção distorcida de liberdade, passam a tratar sua sexualidade de modo banal, desrespeitam o próprio corpo com o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e outros tipos de drogas. Ser um jovem católico, nessas circunstâncias, implica ser mal compreendido e também excluído de determinados círculos de amizade. É preciso, acima de tudo, muita convicção na fé que temos em Jesus Cristo, e maturidade para saber distinguir o que será benéfico para nossa vida.


A Ordem: Como você percebe a relação da Igreja com a juventude? Ela tem falado a linguagem do jovem?
Karol: Nos últimos anos a Igreja tem despertado para criação de novos métodos na transmissão da Palavra de Deus para os jovens. Seja por meio da evangelização feita pelas Novas Comunidades - como, por exemplo, a Canção Nova, e a Comunidade Shalom, que surgem como novas formas de vida evangélica – bem como pelos Encontros de Jovens com Cristo que abrem portas para a atividade Pastoral. É uma oportunidade principalmente para aqueles que não tiveram contato com a Igreja desde a infância, mas que desejam ter esta experiência. A alegria que transborda dos corações daqueles que já servem, contribui imensamente para que outros jovens também se interessem. A Jornada Mundial da Juventude que aconteceu no Brasil, em 2013, segundo o Comitê Organizador Local, atingiu o número de 3,7 milhões de pessoas durante a Missa de Envio (último ato central do evento), o que reflete o fortalecimento desta relação da Igreja com a Juventude. Sem dúvidas, o Papa Francisco com sua maneira direta e simples de comunicar a Boa Nova, tem alcançado os jovens fiéis. Por fim, acredito que ainda existam outros avanços que a Igreja pode dar neste elo com a juventude. Uma sugestão seria a maior divulgação das formas de vida religiosa existentes na Igreja, que a meu ver permanecem ainda muito desconhecidas aos olhos dos mais novos. Com esse contato teríamos a alegria de ver mais jovens descobrindo suas vocações.  

A Ordem: Que mensagem você poderia deixar para os demais jovens, que integram movimentos e grupos da Igreja, principalmente neste dia 30 de março, em que se comemora o Dia Mundial da Juventude?
Karol: Aos jovens que dão vida aos movimentos e pastorais da nossa Igreja, desejo que comemorem o Dia Mundial da Juventude seguindo os conselhos do Papa Francisco quando afirma que prefere uma Igreja acidentada, ferida e
enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar as próprias seguranças. Sendo assim, que este dia, seja marco de transição para todos aqueles grupos que ainda não despertaram para a necessidade de ir ao encontro de outros jovens que hoje passam por dificuldades. Deixo aqui também minha oração por todos aqueles que por vezes se sentem desestimulados a continuar na missão evangelizadora, seja por falta de apoio na família, ou pela falta de comprometimento dos demais leigos de sua paróquia, grupo ou pastoral. Sejamos sempre perseverantes e busquemos nossa força naquele que nos designou tal tarefa. No Antigo Testamento o Senhor fala a Josué: Não fui eu que lhe ordenei? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar. (Js 1: 9-10)








A COMUNIDADE CATÓLICA BOA NOVA CONVIDA OS JOVENS DE SÃO JOSÉ DE MIPIBU

A Comunidade Católica Boa Nova vai promover no dia 25 de Abril a Tarde Jovem Boa Nova às 14h e o Lual com Cristo às 18h, no Centro Pastoral Mons. Antônio Barros.
Participe, mais informações ligando para (84) 8118-2990 / 9425-1515




NOVIDADES SOBRE O SEGUE-ME


Neste último domingo, dia 12 de abril, o Padre Matias Soares se reuniu com os jovens, chamados de sementeiras do Segue-me, que estão adquirindo experiência para ainda este ano implantarem o encontro de jovens em nossa cidade.
A Paróquia de Santo Afonso Maria de Ligório, em Natal, já possui 25 anos de experiência na realização do Segue-me e está sendo a madrinha do encontro aqui em São José, acolhendo e dando suporte a cerca de 30 jovens daqui.
Foram quase 3 anos de preparação e temos a alegria de confirmar a data do Segue-me em nossa Paróquia que está previsto para acontecer nos dias 30, 31 de outubro e 1 de novembro. Na ocasião, 60 jovens terão a oportunidade de vivenciar essa incrível experiência.
O Segue-me, assim como o ECC (Encontro de Casais com Cristo), é um serviço da Igreja Católica que busca, através do encontro pessoal com Jesus Cristo, despertar no jovem e nos casais o interesse em integrar as Pastorais e de fortalecerem a sua fé.

Temos também mais uma novidade, alguns jovens sementeiras do Segue-me estão iniciando o núcleo da Pastoral Universitária e Estudantil da Paróquia de Sant’Ana e São Joaquim. Então você que é estudante, ou mesmo já teve experiência universitária e tem interesse de participar das ações da Igreja pode se identificar com esta nova missão. Venha e participe!

COMPAIXÃO E MISERICÓRDIA

Há uma leitura sociológica sobre a situação relacional do humano na posmodernidade, que é preocupante: A globalização da indiferença. Existe uma leitura antropológica e outra teológica, com as quais desenvolverei o argumento sobre a necessária relação entre a compaixão e a misericórdia. Pois partimos do princípio de que quem é misericordioso sempre tem compaixão; mas, nem sempre quem tem compaixão é misericordioso. Deus é misericordioso e, por isso, sente compaixão. Ele sente as misérias da humanidade e entra na sua história para resgatá-la de todas elas, inclusive da morte, que é a radicalidade do sofrimento humano. O homem sente compaixão; porém, nem sempre tem misericórdia.
A filósofa judia, Hannah Arendt, em sintonia com as motivações da Revolução Francesa, afirma que “a compaixão é inquestionavelmente um afeto material natural que toca, de forma involuntária, qualquer pessoa normal à vista do sofrimento, por mais estranho que possa ser o sofredor, e portanto poderia ser considerada como base ideal para um sentimento que ao atingir toda a humanidade, estabeleceria uma sociedade onde os homens realmente poderiam se tornar irmãos”. Era o ideal da Revolução que exilou as suas raízes cristãs. O divórcio gerou a perplexidade na leitura que se fez necessária nos “tempos sombrios” da modernidade, principalmente, com os questionamentos que foram feitos à condição humana do pós-guerra. O Papa emérito, Bento XVI, quando visitou o campo de concentração nazista de Auschwitz, questionou o seguinte: “Onde estava Deus quando tudo aquilo aconteceu?” O Papa Francisco denunciou, na sua visita à Lampedusa, a “globalização da indiferença”. O sociólogo polaco, Zygmunt Bauman, descreve esta estrutura da indiferença de modo claro, ao dizer que vivemos em tempos líquidos. Neste contexto, o lugar para a compaixão é mínimo. Ela existe, mas não é suficiente.
Já com João Paulo II, mas agora de um modo mais intenso e contundente com o Papa Francisco, o tema da misericórdia é retomado como atributo essencial da realidade de Deus. Ele é um Pai misericordioso. Eis a verdade sobre Deus que o mundo precisa conhecer e experienciar. No final deste ano haverá a abertura do ano da misericórdia. Eis a marca teológica do pontificado de Francisco que ele está fazendo questão de demarcar. Este será lançado na próxima solenidade da Imaculada Conceição e se concluirá no dia 20 de novembro de 2016, domingo de Cristo Rei. O julgamento de Deus é a sua misericórdia. Ele nos julga, nos amando. O que faz com que esta resposta teológica esteja escondida é a crise de fé do homem contemporâneo. O olhar proativo do Papa Francisco é que ninguém pode se sentir ou ser excluído da misericórdia de Deus. Falar da misericórdia é falar do amor de Deus que penetra o coração humano e o converte. Ele é aquele que pode resgatar a pessoa completamente. Essa misericórdia, que é para todos, deve ter meios de manifestação. Sendo assim, podemos e devemos pensar a misericórdia e a compaixão como sentimentos que se completam para plenificar e reintegrar a pessoa humana.
Enfim, pode existir compaixão sem a misericórdia; mas, nunca misericórdia sem compaixão. A autêntica misericórdia nos leva a compaixão. Por isso que, o que a Igreja está para celebrar é importante para sua vida interna e, também, a vida da humanidade. As pessoas não vivem a compaixão porque não estão abertas à misericórdia. Esta relação precisa ser aprofundada. A misericórdia é de Quem ama e que está sempre de braços abertos a perdoar e a acolher. Ela é humanizadora porque promove a dignidade de todos. Leiamos, meditemos e apliquemos o capítulo 15 do evangelho de São Lucas, com a sua simetria, e perceberemos que a compaixão é conseqüência da justiça misericordiosa de Deus. Assim o seja!


 
Pe. Matias Soares
Pároco de São José de Mipibu e Vigário Episcopal da Arquidiocese de Natal







DOMINGO DE PÁSCOA 2015

Na noite de ontem, 05, aconteceu a celebração da Santa Missa do Domingo de Páscoa, a única realizada durante o dia. A liturgia celebra a ressurreição e garante-nos que a vida em plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.
 

A ressurreição de Jesus é a consequência de uma vida gasta a “fazer o bem e a libertar os oprimidos”. Isso significa que, sempre que alguém – na linha de Jesus – se esforça por vencer o egoísmo, a mentira, a injustiça e por fazer triunfar o amor, está a ressuscitar; significa que, sempre que alguém – na linha de Jesus – se dá aos outros e manifesta, em gestos concretos, a sua entrega aos irmãos, está a construir vida nova e plena.


A ressurreição de Jesus significa, também, que o medo, a morte, o sofrimento, a injustiça, deixam de ter poder sobre o homem que ama, que se dá, que partilha a vida. Ele tem assegurada a vida plena – essa vida que os poderes do mundo não podem destruir, atingir ou restringir. Ele pode, assim, enfrentar o mundo com a serenidade que lhe vem da fé.






Pastoral da Juventude (PJ)

Apresentação do Grupo Passus

Apresentação do Grupo Passus

Apresentação do Grupo Passus

 
Semana Santa 2015
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Fonte: http://www.dehonianos.org/portal/liturgia_dominical_ver.asp?liturgiaid=355