No último sábado, 20 de maio, a paróquia de Sant'Ana e São Joaquim realizou mais uma edição do Jantar Rosas de Maio. O evento aconteceu no Centro Social e contou com uma boa participação dos paroquianos.
Este ano, o jantar foi animado pela Banda dos Amigos. Um projeto idealizado pelo Diácono Alberto, que vem ganhando destaque na cidade, principalmente em virtude do ótimo repertório e qualidade musical dos componentes.
O Jantar Rosas de Maio tem como principal objetivo angariar fundos para a realização do Encontro de Casais com Cristo, que será realizado no próximo mês.
Outro objetivo do Jantar Rosas de Maio é confraternizar as famílias mipibuenses. E pelo registro feito pelas lentes da PASCOM, nota-se que a animação foi total.
Sem sombra de dúvidas o principal ingrediente do jantar é o amor, que regado à vontade de servir a Deus, através das mãos destas mulheres torna-se delicioso.
Parabenizamos à Equipe Dirigente do ECC, que com muita dedicação fez com que o Jantar Rosas de Maio, mais uma vez tenha sido um verdadeiro sucesso. Fotos: Agenor Gomes e Renan Silva
Na noite desta segunda-feira, 08, o Terço dos Homens comemorou 9 anos de evangelização na Paróquia de Sant'Ana e São Joaquim.
A data festiva foi comemorada com uma missa celebrada pelo Padre Rogério Barros, que destacou a importância do Terço dos Homens para a paróquia.
Ao final da celebração, José de Arimatéia lembrou que o Terço dos Homens também tem um caráter social, pois desenvolve diversos trabalhos em várias comunidades de São José de Mipibu.
Após a missa foi servido um lanche no Centro Social, havendo também o sorteio de 3 bíblias.
Religiosa, fundadora do Instituto das Filhas de Santa Ana, nasceu em Gênova (Itália), no dia 14 de Outubro de 1831. Em 1852, com a idade de
21 anos, contraiu matrimônio com Jerônimo Custo e transferiu-se para
Marselha (França). Uma imprevista crise financeira perturbou a
felicidade da nova família, obrigada a retornar a Gênova. A sua primeira
filha, Carlota, afectada de repentina enfermidade, ficou surda-muda
para sempre; e apesar da alegria de outros dois filhos, ela foi novamente abalada com o falecimento do esposo, após seis anos de matrimônio, e com a morte do seu último filho.
Estes acontecimentos marcaram a sua vida e levaram-na a uma mudança
radical, a que ela chamara "a sua conversão", isto é, à entrega total ao
Senhor. Orientada pelo seu confessor, emitiu de forma privada os votos
perpétuos de castidade e obediência, precisamente na festa da Imaculada:
8 de Dezembro de 1858, e depois, como terciária franciscana, professou
também o voto de pobreza. Viveu intimamente unida a Cristo, recebendo a
Comunhão todos os dias, privilégio que naquele tempo era pouco comum.
Em 1862 recebeu o dom dos estigmas ocultos, percebidos mais intensamente
nas sextas-feiras.
Num clima de intensa oração, diante do
Crucifixo, recebeu a inspiração de fundar uma Congregação religiosa:
"Filhas de Santa Ana, Mãe de Maria Imaculada". Depois de a ter escutado
durante longo tempo, o Papa Pio IX confirmou-a na sua missão de
Fundadora. Vestiu o hábito religioso no dia 26 de Julho de 1867 e a 8 de
Abril de 1870 emitiu a profissão, com outras doze religiosas.
Com esta fundação, realizou muitas obras de atendimento aos pobres e
doentes, às pessoas sozinhas, anciãs e abandonadas; cuidou da
assistência às crianças e às jovens, proporcionando-lhes uma instrução
religiosa e adequada, a fim de as inserir no mundo do trabalho. Assim,
foram abertas muitas escolas para a juventude pobre e a promoção
humano-evangélica, segundo as necessidades mais urgentes da época.
Sofreu provas, humilhações, dificuldades e tribulações de todo o gênero, mas sempre confiou em Deus e, cada vez mais, atraía outras
jovens para o seu apostolado. Assim, a Congregação difundiu-se
rapidamente na Itália, Bolívia, Brasil, Chile, Peru, Eritreia, França e
Espanha. Ana Rosa faleceu no dia 6 de Maio de 1900.
“Ninguém vence sozinho,
nem no campo, nem na vida!”
(Papa Francisco)
CARTA
CONVITE
Aos Representantes de Grupos,
Sindicatos, Igrejas,
Associações, Conselheiros
de Direito e Pastorais Sociais.
O Serviço de Assistência Rural e
Urbano – SAR da Arquidiocese de Natal, dando continuidade as suas ações neste
município, vem convidá-lo para participar do Estudo sobre Fórum de Políticas Públicas, cujo objetivo é contribuir
para organização e fortalecimento das associações, sindicatos, conselhos de
direto, representantes de grupos de pastorais sociais, igrejas do município.
Data: 12
de maio de 2017
Horário: das
8h30min às 12 horas
Local: Centro
Administrativo Dom Manoel Tavares – São José de Mipibu\RN
Contamos
com a sua presença e nos colocamos a disposição com esperança e na resistência.
Cidade do
Vaticano (RV) – O cristão é testemunha da obediência, e a consequência
disto, são as perseguições. Foi o que afirmou o Papa Francisco na Missa
celebrada esta manhã na Capela da Casa Santa Marta, fazendo alusão ao
que disse Pedro na leitura dos Atos dos Apóstolos, de que “é preciso
obedecer a Deus antes que aos homens”.
Pedro, de
fato, deu esta resposta ao ser levado junto com os apóstolos diante do
Sinédrio, após terem sido libertados da prisão por um anjo. Haviam sido
proibidos de ensinar em nome de Jesus – os havia recordado o sumo
sacerdote – mas encheram Jerusalém com os seus ensinamentos.
A homilia do Papa
Francisco parte deste episódio narrado na primeira leitura, extraída dos Atos
dos Apóstolos. Para fazer compreender este acontecimento, o Papa faz referência
também ao que foi narrado anteriormente pelos Atos, nos primeiros meses da
Igreja, quando a comunidade crescia e aconteciam tantos milagres.
Havia a fé do povo, mas havia alguns
“espertalhões” – foi o alerta do Papa – “que queriam fazer carreira”, como
Ananias e Safira.
O mesmo acontece hoje – enfatiza Francisco –
assim como o desprezo das pessoas ao ver os doentes sendo levados até os
apóstolos.
Assim, cheios de inveja, os chefes pegaram os
apóstolos e os trancafiaram na prisão. Pedro, que por medo havia traído Jesus
na Quinta-feira Santa, desta vez, corajoso, responde “que é necessário obedecer
a Deus antes que aos homens”.
Uma resposta que faz portanto entender que “o
cristão é testemunha da obediência”, como Jesus que se aniquilou no Jardim das
Oliveiras e disse ao Pai: “Faça-se segundo tua vontade, não a minha”:
“O cristão é uma testemunha da obediência e se
nós não estamos neste caminho de crescer no testemunho da obediência, não somos
cristãos. Pelo menos caminhar por esta estrada: testemunha de obediência. Como
Jesus. Não é testemunha de uma ideia, de uma filosofia, de uma empresa, de um
banco, de um poder, é testemunha de obediência. Como Jesus”.
Mas tornar-se testemunha de obediência” é “uma
graça do Espírito Santo”, explica o Papa:
“Somente o Espírito pode nos fazer testemunhas
de obediência. “Não, eu vou naquele mestre espiritual, eu leio este livro...”.
Tudo está bem, mas somente o Espírito pode transformar o nosso coração e pode
nos fazer a todos testemunhas de obediência. É uma obra do Espírito e devemos
pedir a ele, é uma graça a ser pedida: “Pai, Senhor Jesus, envia-me o teu
Espírito para que eu me torne uma testemunha de obediência”, isto é, um
cristão”.
Ser testemunha de obediência acarreta consequências,
como narrado pela primeira leitura: depois da reposta de Pedro, queriam de fato
levá-lo a morte:
“As consequências do testemunho de obediência
são as perseguições. Quando Jesus enumera as Bem-aventuranças termina com:
“Bem-aventurados quando vos perseguirem e insultarem”. A cruz não pode ser
tirada da vida do cristão. A vida de um cristão não é um status social, não é
um modo de viver uma espiritualidade que me faça bem, que me faça um pouco
melhor. Isto não basta. A vida de um cristão é o testemunho em obediência e a
vida de um cristão é repleta de calúnias, boatos e perseguições”.
Para ser testemunhas de obediência como Jesus –
conclui o Papa – é preciso rezar, reconhecer-se pecadores, com tantas
“mundanidades” no coração e pedir a Deus “a graça de tornar-se um testemunho de
obediência” e de não amedrontar-se quando chegam as perseguições, “as
calúnias”, pois o Senhor disse que quando se for levado diante do juiz, “será o
Espírito a nos dizer o que responder”. (JE)