FALTAM 30 DIAS PARA A CANONIZAÇÃO DOS PROTOMÁRTIRES DO BRASIL

Daqui a 30 dias acontecerá a canonização dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, os protomártires do Brasil. No dia 15 de outubro, às 10 horas (horário de Roma), na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco, canonizará os padres André de Soveral e Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira e 27 companheiros leigos. Serão os primeiros santos mártires do Brasil.

Além da canonização, no dia 15, também acontecerão outras duas celebrações, em Roma. Antes, no dia 14, às 17 horas, serão rezadas as vésperas solenes, na capela do Pontifício Colégio Pio Brasileiro. E, no dia 16, às 11 horas, na Basílica Vaticana, será celebrada missa em ação de graças, presidida pelo Cardeal Dom Sérgio da Rocha, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

No Brasil

A Arquidiocese de Natal já definiu um calendário de celebrações em ação de graças pela canonização dos Mártires potiguares. No dia 28 de outubro, no monumento dos Mártires, na comunidade de Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante, a partir das 15h, haverá show com o grupo Cantores de Deus, de São Paulo, e, às 18h, celebração eucarística.

No dia 29, no Santuário dos Mártires, no bairro de Nazaré, em Natal, às 10h, a missa será presidida pelo Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d’Aniello.

E, no dia 4 de novembro, na capela de Nossa Senhora das Candeias, em Canguaretama, às 16 h, a celebração em ação de graças será presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha.

Revista dos Mártires

O Setor de Comunicação da Arquidiocese de Natal está produzindo a revista “Especial Mártires”. A edição terá 60 páginas, com artigos, textos sobre a história dos massacres ocorridos em 16 de julho e em 3 de outubro de 1645, entrevista com o Cardeal Dom Cláudio Hummes, matérias sobre as quatro paróquias dedicadas aos Mártires, testemunhos de devotos, entre outros assuntos relacionados à história e devoção aos Protomártires do Brasil. O lançamento da revista ocorrerá dia 28 de outubro, em Uruaçu, por ocasião da festa em ação de graças pela canonização.

DIA DE NOSSA SENHORA DAS DORES

O culto

O culto a Nossa Senhora das Dores iniciou-se no ano 1221 no Mosteiro de Schönau, na então Germânia, hoje, Alemanha. A festa de Nossa Senhora das Dores como hoje a conhecemos, celebrada em 15 de setembro, teve início em Florença, na Itália, no ano de 1239 através da Ordem dos Servos de Maria, uma ordem profundamente mariana.

As sete dores de Nossa Senhora

1.       A profecia de Simeão sobre Jesus (Lucas, 2, 34-35)
2.       A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mateus, 2, 13-21);
3.       O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias (Lucas, 2, 41-51);
4.       O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário (Lucas, 23, 27-31);
5.       O sofrimento e morte de Jesus na Cruz (João, 19, 25-27);
6.       Maria recebe o corpo do filho tirado da Cruz (Mateus, 27, 55-61);
7.       O sepultamento do corpo do filho no Santo Sepulcro (Lucas, 23, 55-56).

Imagem de Nossa Senhora das Dores

Nossa Senhora das Dores é representada com um semblante de dor e sofrimento, tendo sete espadas ferindo seu imaculado coração. Às vezes, uma só espada transpassa seu coração, simbolizando todas as dores que ela sofreu. Ela é também representada com uma expressão sofrida diante da Cruz, contemplando o filho morto. Foi daí que se originou o hino medieval chamado Stabat Mater Dolorosa (Estava a Mãe Dolorosa). Ela ainda é representada segurando Jesus morto nos braços, depois de seu corpo ser descido da Cruz, dando assim origem à famosa escultura chamada Pietà.

Nossa Senhora das Dores, mãe de todos os homens

Foi aos pés da Cruz, quando Maria viveu a sua dor mais crucial, que ela recebeu do Filho a missão de ser a Mãe de todos homens, Mãe da Igreja (Corpo Místico), Mãe de todos os fiéis. Foi naquele momento de dor que Jesus disse a ela: Mãe, eis aí o teu filho (este filho está simbolizando a todos os fiéis). Foi nesse mesmo momento que Jesus disse a São João, que ali representava a todos nós: Filho, eis aí tua mãe. É por isso que a devoção a Nossa Senhora das Dores se reveste de grande importância para todos os cristãos.

Oração a Nossa Senhora das Dores

Esta é a oração inicial do terço de Nossa Senhora das Dores.
Virgem Dolorosíssima, seríamos ingratos se não nos esforçássemos em promover a memória e o culto de vossas Dores particulares, graças para uma sincera penitência, oportunos auxílios e socorros em todas as necessidades e perigos. Alcançai-nos Senhora, de Vosso Divino Filho, pelos mérito de Vossas Dores e lágrimas, a graça...(pedir a graça). Amém.
Em seguida, reza-se o Terço das Dores, contemplando cada Dor e rezando 1 Pai Nosso e 7 Ave Marias em cada dor contemplada.



Fonte: http://www.cruzterrasanta.com.br/historia-de-nossa-senhora-das-dores/30/102/#c

SETOR DE COMUNICAÇÃO TEM NOVO COORDENADOR


Pe. Rodrigo, novo coordenador do Setor de Comunicação (Foto: Fátima Melo)
Pe. Rodrigo, novo coordenador do Setor de Comunicação (Foto: Fátima Melo)

Pe. Júlio César, diretor de programação da Rádio Rural (Foto: Rivaldo Jr)
Pe. Júlio César, diretor de programação da Rádio Rural (Foto: Rivaldo Jr)

O Arcebispo Metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha, nomeou o Padre Rodrigo Fernandes de Souza Paiva para a função de coordenador do Setor de Comunicação da Arquidiocese de Natal. Padre Rodrigo já fazia parte do Setor, atuando como referencial para a Pastoral da Comunicação, no Vicariato Episcopal Norte. Ele também continua como administrador da Paróquia do Bom Jesus dos Navegantes, em Touros.

No Setor de Comunicação, ele sucede o Padre Júlio César Souza Cavalcante. Ele também continua como membro do Setor, na função de diretor de programação da Rádio Rural de Natal.




MENSAGEM DO ARCEBISPO



Setembro: Bíblia e Dízimo

Queridos irmãos e irmãs!

Iniciamos o mês de setembro, mês da Bíblia e do Dízimo. Em primeiro lugar, celebramos neste mês as Sagradas Escrituras. A Bíblia é a Palavra de Deus nos acompanha no dia a dia da nossa caminhada. A proposta de reflexão para nossas comunidades no mês da Bíblia se baseia na Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses, com o tema “Para que n’Ele nossos povos tenham vida” e o lema “Anunciar o Evangelho e doar a própria vida” (1Ts 2,8).

O Mês da Bíblia surgiu em 1971, por ocasião do cinquentenário da Arquidiocese de Belo Horizonte, Minas Gerais. Foi levado adiante com a colaboração efetiva do Serviço de Animação Bíblica – Paulinas (SAB), até posteriormente ser assumido pela Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB) e estender-se ao âmbito nacional.

A reflexão geral desse mês, mas não só, nos lembra um elemento essencial e fundamental de nossa fé: Deus nos fala, o nosso Deus é um Deus que fala, que entra em diálogo. E mais ainda, como bem expressa a Constituição Dogmática sobre a Revelação divina, Dei Verbum: “Deus invisível na riqueza do seu amor fala aos homens como a amigos e convive com eles, para os convidar e admitir à comunhão com Ele” (CONCÍLIO VATICANO II. Constituição dogmática Dei Verbum, n. 2). Como devemos ter esse pensamento quando lemos a Bíblia ou quando, na celebração da Eucaristia, ouvimos a Liturgia da Palavra. De fato, nela encontramos unidos os dois elementos constitutivos da experiência de fé: lemos a Palavra (Primeira Leitura, Salmo, Segunda Leitura, Evangelho). É Deus que fala; mas a Liturgia da Palavra continua na resposta do ouvinte a Deus: Profissão de Fé, Preces comunitárias. Nesse dinamismo devemos ler a Palavra. Não se trata de uma simples leitura. É preciso deixar-se fecundar pela Palavra, isto é, Deus continua a nos falar para fazer de nossa vida uma comunhão com Ele. Ser fecundados pela Palavra significa que passamos da leitura à ação no Espírito vivificador presente em nossa vida, para a construção da fraternidade, da comunidade que dá testemunho da presença amorosa e misericordiosa de Deus.

Ma, setembro é vivido também, na nossa Arquidiocese, como mês do Dízimo. É o mês da realização do Encontrão do Dízimo, que neste ano se reveste de um significado todo especial. Com o Encontrão deste ano, comemoramos 20 anos da Pastoral do Dízimo. São duas décadas de evangelização, plantando a semente da partilha. Como temos a agradecer nesses 20 anos, aos padres, aos religiosos e religiosas, aos leigos e leigas, agentes da pastoral do dízimo e, sobretudo, aos fiéis dizimistas de nossas paróquias e comunidades que, através de sua doação e partilha, contribuem para que toda a comunidade viva a sua fé, nas suas dimensões: religiosa, eclesial, missionária e caritativa. A Pastoral do Dízimo é a ação eclesial que tem por finalidade motivar, planejar, organizar e executar iniciativas para a implantação e o funcionamento do dízimo e acompanhar os membros da comunidade no que diz respeito a sua colaboração com a Pastoral de Conjunto na Diocese.

Neste ano comemorativo, o tema do Encontrão é: “Dízimo, uma Igreja comprometida com a missão” e o lema: “20 anos plantando a semente da partilha”. É sempre bom lembrar: o dízimo está profundamente relacionado à vivência da fé e à pertença a uma comunidade eclesial. Ele tem quatro dimensões: a) dimensão religiosa – a vivência da fé e a pertença a uma comunidade eclesial, tem a ver com a relação do cristão e da cristã com Deus; b) dimensão eclesial – a consciência de ser membro da Igreja e corresponsável, para que a comunidade disponha do necessário para a realização do culto divino e para o desenvolvimento de sua missão; c) dimensão missionária – permite a partilha de recursos entre as paróquias de uma Diocese e entre dioceses, manifestando a comunhão entre elas (Igrejas-irmãs); d) dimensão caritativa – é “uma dimensão constitutiva da missão da Igreja e expressão irrenunciável da sua própria essência” (Bento XVI).

Vivamos intensamente esse mês. Que a Palavra de Deus e a experiência do dízimo animem a nossa fé e o nosso testemunho em favor da comunidade.

Fonte: http://arquidiocesedenatal.org.br/mensagem/setembro-biblia-e-dizimo

MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES AUTORIZA RÁDIO RURAL DE NATAL A MIGRAR PARA FM



Foi publicado no Diário Oficial da União, edição de primeiro de setembro de 2017, ato do Ministério das Comunicações, datado de 8 de agosto deste ano, autorizando a Fundação Paz na Terra a executar o “Serviço de Radiodifusão Sonora em Frequência Modulada”, em Natal (RN). A fundação Paz na Terra é mantenedora da Rádio Rural de Natal AM 1090.


A Rádio Rural foi inaugurada em 10 de agosto de 1958. Há mais dois anos, iniciou o processo de migração da frequência AM para FM, junto ao Ministério das Comunicações. Na época, a Rádio era administrada pelo Padre Carlos Sávio Ribeiro.


De acordo com o atual diretor de programação, Padre Júlio César Souza Cavalcante, o próximo passo será adquirir o transmissor, a torre e os demais equipamentos para a Rádio Rural passar a funcionar na frequência FM 91,9, em caráter experimental.

Foto/legenda: Prédio da Rádio Rural, na Rua Açu, ao lado da Catedral Metropolitana (Foto: Cacilda Medeiros)