DISCERNIMENTO E ACOLHIMENTO



     O Papa Francisco, no dia 05 de agosto/2015, numa das suas catequeses sobre a Família, falando da situação dos casais de segunda união, reafirmou que estes não estão excomungados da Igreja. Esta não é a primeira vez que um Papa faz esta afirmação. O Papa São João Paulo II, já no número 84 da Familiaris Consorcio, que é a Exortação Pos-Sinodal que trata sobre a função da família cristã no mundo de hoje, já afirmara o que o pontífice argentino continua a ensinar, como Bispo de Roma. Eis o texto: “Juntamente com o Sínodo, assevera o pontífice polaco, exorto vivamente os pastores e a inteira comunidade dos fiéis a ajudar os divorciados, promovendo com caridade solícita que eles não se considerem separados da Igreja, podendo, e melhor devendo, enquanto batizados, participar na sua vida. Sejam exortados a ouvir a Palavra de Deus, a freqüentar o Sacrifício da Missa, a perseverar na oração, a incrementar as obras de caridade e as iniciativas da comunidade em favor da justiça, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as obras de penitência para assim implorarem, dia a dia, a graça de Deus. Reze por eles a Igreja, encoraje-os, mostre-se mãe misericordiosa e sustente-os na fé e na esperança”. Quem já leu ou ouviu a catequese de Francisco, verá que, o que ele ensina sobre as atitudes de acolhimento eclesial em relação aos casais são as mesmas. Não existe ruptura, nem descontinuidade; mas sim continuidade pastoral e maternal.
A questão de destaque do número citado e que será, sem dúvida, objeto de debates no próximo Sínodo, tem a ver com as seguintes situações, que já são mencionadas, a saber: 1) Os casais que se esforçaram para salvar o primeiro matrimônio e foram injustamente abandonados; 2) Os que por sua culpa destruíram um matrimônio canonicamente válido e 3) Os que contraíram uma segunda união em vista da educação dos filhos, e, às vezes, estão subjetivamente certos em consciência de que o precedente matrimônio irreparavelmente destruído nunca tinha sido válido. Diante disto, atentemos que o Papa Francisco em nenhum momento menciona que será liberada a comunhão eucarística aos casais de segunda união. No desenvolvimento da catequese, o que é enfatizado é que os pastores usem de discernimento e que toda a Igreja seja acolhedora. Mais uma vez, há a retomada do ensinamento da Exortação Apostólica de São João Paulo II. Ele intensifica a preocupação com a terceira questão, que é o cuidado para preservar os filhos dos sofrimentos que são causados pela separação dos pais. Não entra na problemática que, sem dúvida, será debatida calorosamente no Sínodo, e que a Exortação reafirma quando diz que “a Igreja, em sua práxis, fundada na Sagrada Escritura, de não admitir à comunhão eucarística os divorciados que contraíram nova união. Não podem ser admitidos, do momento em que o seu estado e condições de vida contradizem objetivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja, significada e realizada na Eucaristia. Há, além disso, outro peculiar motivo pastoral: se se admitissem estas pessoas à sagrada comunhão, os fiéis seriam induzidos em erro e confusão acerca da doutrina da Igreja sobre a indissolubilidade do matrimônio”. Quem tem “experiência pastoral”, está no meio do povo e vivendo em comunidade, sabe muito bem que a questão não é tão simples. A caridade também é democrática, ou seja, é para todos. Como acolher de modo irresponsável a alguns, sem levar em consideração os pecados pessoais de um ou dois, que também geraram pecados sociais na vida de muitos outros? Acreditamos na misericórdia infinita de Deus. A Igreja é bem ciente disto. Basta que leiamos a carta Encíclica, Dives in Misericórdia, também de São João Paulo II, sobre a misericórdia divina. Contudo, não podemos relativizar, por conveniência, a Sua justiça, que, tanto quanto a misericórdia, é considerada como um Seu atributo, e  que é indissociável da Sua misericórdia. Estas não são conseqüência de uma graça barata, nem inconseqüente. Quando fazemos menção à misericórdia, mesmo que inconscientemente, ou por laxismo moral, e tratamos como se ela fosse condicionada aos nossos pecados, de algum modo a reduzimos a partir dos nossos paradigmas humanos e epistemológicos. O Antigo Testamento reconheceu a incomensurável misericórdia do Senhor e o fez a partir da finitude do pecado que estará presente até determinadas gerações, mas este não de modo infinito, como a certeza da misericordiosa e justa ação de Deus presente na vida do Seu povo (Cf. Ex 3,7-16; Ex 33-34; Dt 32,9-14; Nm 14,18; Jn 4,2; Jr 32,17-18; Sl 86,15; 103,8; 145,8). Esta prerrogativa não é só do Novo Testamento, mesmo sabendo que neste último ela toma sua forma mais radical na pessoa de Jesus Cristo, através da sua Páscoa, que nos redime e salva. Por isso, é lembrado e caritativamente dito, seguindo o magistério eclesiástico, aos casais de segunda união que estes, mesmo não comungando, não são indignos da misericórdia de Deus. Não estão fora da Igreja e são dignos da Sua compaixão. O que temos que considerar é o discernimento e a atenção que têm que contemplar a todas as famílias. O próximo Sínodo nos trará orientações pastorais e, estas, motivadas pela postura acolhedora do Papa Francisco, que como já foi provado, não é diferente dos ensinamentos precedentes. A Igreja não tem a intenção de excluir ninguém. Não é honesto, nem cristão fazer tais insinuações. Mas, mesmo sendo Mãe, não pode deixar de ser Mestra. Já se percebe que o Papa Francisco dará a abertura para que as discussões sejam as mais profícuas e fecundas possíveis. Ele deixa claro que a missão da Igreja pertence ao Espírito Santo, mas, outrossim, que é Papa da Igreja Católica e Apostólica.
Por fim, o Ano Santo da Misericórdia será uma referência teológica e eclesial fundamental para o que será a Igreja nos próximos tempos. Não podemos esquecer que a misericórdia do Senhor não dispensa a nossa conversão. Todos nós somos chamados a vivê-la e testemunhá-la. Deus não nos salva sem a nossa liberdade. Ele não a violenta. Rezemos para que o Sínodo seja mais uma oportunidade concedida pelo Senhor, neste tempo de graça, para que todas as famílias sejam agraciadas e tocadas pela bondade, a misericórdia e a compaixão de Deus, que é Pai. Assim o seja! 

 Pe. Matias Soares Pároco de São José de Mipibu-RN e Vigário Episcopal Sul da Arquidiocese de Natal.

DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELO CUIDADO DA CRIAÇÃO

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco enviou uma carta ao Cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson, Presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz e ao Cardeal Kurt Koch, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, na qual afirma que, compartilhando com o amado irmão o Patriarca Ecumênico Bartolomeu as preocupações pelo futuro da criação e, acolhendo a sugestão de seu representante, o Metropolita Ioannis de Pérgamo, que se pronunciou na apresentação da Encíclica Laudato Si sobre o cuidado da casa comum, decidiu instituir também na Igreja Católica o "Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação" que, a partir do ano corrente será celebrado em 1° de setembro – assim como já ocorre há tempos na Igreja Ortodoxa.

  Motivação
Como cristãos, - escreve o Papa - queremos oferecer a nossa contribuição à superação da crise ecológica que a humanidade está vivendo. Por isto devemos, antes de tudo, buscar no nosso rico patrimônio espiritual as motivações que alimentam a paixão pelo cuidado da criação, recordando sempre que para os que creem em Jesus Cristo, Verbo de Deus que se fez homem por nós, «a espiritualidade não está desligada do próprio corpo nem da natureza ou das realidades deste mundo, mas vive com elas e nelas, em comunhão com tudo o que nos rodeia» (ibid., 216).
A crise ecológica – reafirma Francisco - nos chama, portanto, a uma profunda conversão espiritual: os cristãos são chamados a uma «conversão ecológica, que comporta deixar emergir, nas relações com o mundo que os rodeia, todas as consequências do encontro com Jesus» (ibid., 217). De fato «Viver a vocação de guardiões da obra de Deus não é algo de opcional nem um aspecto secundário da experiência cristã, mas parte essencial duma existência virtuosa» (ibid).

Protetores
O Santo Padre destaca em seguida que o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, que será celebrado todos os anos, oferecerá aos fieis individualmente e às comunidades a preciosa oportunidade de renovar a pessoal adesão à própria vocação de custódios da criação, elevando a Deus o agradecimento pela obra maravilhosa que Ele confiou ao nosso cuidado, invocando a sua ajuda para a proteção da criação e a sua misericórdia pelos pecados cometidos contra o mundo em que vivemos. A celebração do Dia, na mesma data, com a Igreja Ortodoxa, será uma ocasião profícua para testemunhar a nossa crescente comunhão com os irmãos ortodoxos.
O Papa Francisco recorda que vivemos em um tempo em que todos os cristãos enfrentam idênticos e importantes desafios, aos quais, para resultar mais críveis e eficazes, devemos dar respostas comuns. Por isto, é seu desejo que tal Dia possa envolver, em qualquer modo, também outras Igrejas e Comunidades eclesiais e ser celebrado em sintonia com as iniciativas que o Conselho Mundial de Igrejas promove sobre este tema.

Tarefas
Ao Cardeal Turkson, Presidente do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz, o Santo Padre pede para levar ao conhecimento das Comissões Justiça e Paz das Conferências Episcopais, bem como dos Organismos nacionais e internacionais comprometidos no âmbito ecológico, a instituição do Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, para que, em harmonia com as exigências e as situações locais, a celebração seja devidamente organizada com a participação de todo o Povo de Deus: sacerdotes, religiosos, religiosas e fieis leigos. Para este objetivo, será de responsabilidade deste Dicastério, em colaboração com as Conferências Episcopais, implementar oportunas iniciativas de promoção e de animação, para que esta celebração anual seja um momento forte de oração, reflexão, conversão e uma oportunidade para assumir estilos de vida coerentes.
Já ao Cardeal Koch, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, pede para realizar os contatos necessários com o Patriarcado Ecumênico e com as outras realidades ecumênicas, para que tal Dia Mundial possa tornar-se sinal de um caminho percorrido conjuntamente por todos os que creem em Cristo. Será responsabilidade, além disto, deste Dicastério, cuidar da coordenação com iniciativas similares tomadas pelo Conselho Mundial de Igrejas.
Enquanto faz votos da mais ampla colaboração para o bom início e desenvolvimento do Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, o Papa Francisco invoca a intercessão da Mãe de Deus, Maria Santíssima, e de São Francisco de Assis, cujo Cântico das Criaturas inspira tantos homens e mulheres de boa vontade a viver no louvor do Criador e no respeito pela criação. (SP)

Fonte: Rádio Vaticano
http://br.radiovaticana.va/news/2015/08/10/papa__dia_mundial_de_ora%C3%A7%C3%A3o_pelo_cuidado_da_cria%C3%A7%C3%A3o/1164088

EVANGELHO DO DIA

(Marcos 7,1-8.14-15.21-23)
- Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.

Naquele tempo, os fariseus e alguns dos escribas vindos de Jerusalém tinham se reunido em torno de Jesus.
E perceberam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as lavar. (Com efeito, os fariseus e todos os judeus, apegando-se à tradição dos antigos, não comem sem lavar cuidadosamente as mãos; e, quando voltam do mercado, não comem sem ter feito abluções. E há muitos outros costumes que observam por tradição, como lavar os copos, os jarros e os pratos de metal.) 5 Os fariseus e os escribas perguntaram-lhe: “Por que não andam os teus discípulos conforme a tradição dos antigos, mas comem o pão com as mãos impuras?”
Jesus disse-lhes: “Isaías com muita razão profetizou de vós, hipócritas, quando escreveu: ‘Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.
Em vão, pois, me cultuam, porque ensinam doutrinas e preceitos humanos’.
Deixando o mandamento de Deus, vos apegais à tradição dos homens”.
Tendo chamado de novo a turba, dizia-lhes: “Ouvi-me todos, e entendei.
Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa manchar; mas o que sai do homem, isso é que mancha o homem.
Porque é do interior do coração dos homens que procedem os maus pensamentos: devassidões, roubos, assassinatos, adultérios, cobiças, perversidades, fraudes, desonestidade, inveja, difamação, orgulho e insensatez.
Todos estes vícios procedem de dentro e tornam impuro o homem”.

- Palavra da Salvação.

EVANGELHO DO DIA

(João 6,60-69)
- Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

Naquele tempo, muitos dos discípulos de Jesus, ouvindo-o, disseram: “Isto é muito duro! Quem o pode admitir?”
Sabendo Jesus que os discípulos murmuravam por isso, perguntou-lhes: “Isso vos escandaliza?
Que será, quando virdes subir o Filho do Homem para onde ele estava antes?
O espírito é que vivifica, a carne de nada serve. As palavras que vos tenho dito são espírito e vida.
Mas há alguns entre vós que não crêem”. Pois desde o princípio Jesus sabia quais eram os que não criam e quem o havia de trair.
Ele prosseguiu: “Por isso vos disse: Ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lho for concedido”.
Desde então, muitos dos seus discípulos se retiraram e já não andavam com ele.
Então Jesus perguntou aos Doze: “Quereis vós também retirar-vos?”
Respondeu-lhe Simão Pedro: “Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.
E nós cremos e sabemos que tu és o Santo de Deus!”

- Palavra da Salvação.

SITUAÇÃO DOS IDOSOS SERÁ TEMA DE DUAS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS


Duas audiências públicas vão tratar da problemática da pessoa idosa. A primeira será realizada dia 24, segunda-feira próxima, às 10 horas, na Assembleia Legislativa. A segunda será dia 26, quarta-feira, às 9 horas, na Câmara Municipal de Natal. Três pontos vão nortear as discussões nas duas audiências: os direitos dos idosos; a situação das instituições que acolhem as pessoas idosas, e a relação jurídica entre essas instituições e o Estado.

As audiências, abertas a toda comunidade, serão realizadas em função da primeira Caminhada da Solidariedade, organizada pela Arquidiocese de Natal, e que acontecerá dia 30 de agosto.


Caminhada da Solidariedade

O objetivo da Arquidiocese de Natal ao organizar a Caminhada é chamar a atenção das pessoas para a problemática dos idosos, especialmente os que residem nos abrigos. Para participar do evento, as pessoas são convidadas a adquirir um kit, composto por camiseta e boné, no valor de R$ 20,00, à venda nas paróquias e no Centro Pastoral Pio X (subsolo da Catedral).

A renda será repartida entre sete abrigos de idosos: Juvino Barreto, Casa do Idoso Jesus Misericordioso, Lar do Ancião Evangélico, Centro de Convivência de Mãe Luiza e Lar da Vovozinha, todos em Natal; além do Anísia Pessoa, em São José de Mipibu, e Abrigo São Vicente de Paulo, em Ceará-Mirim.

A programação, no dia 30 de agosto, iniciará às 7 h, com celebração eucarística, no Santuário dos Mártires, no bairro de Nazaré, em Natal, presidida pelo Arcebispo, Dom Jaime Vieira Rocha. Após, acontecerá caminhada, saindo do Santuário, na Av. Miguel Castro, seguindo pela Av. Coronel Estevão, Rua Amintas Barros, Av. Prudente de Morais e Av. Alexandrino de Alencar, encerrando no Instituto Juvino Barreto, por volta das 11 horas.



IMPLANTAÇÃO DA PASTORAL UNIVERSITÁRIA



Na noite desta terça-feira, 18, a Paróquia de Sant’Ana e São Joaquim realizou uma reunião introdutória para implantação da Pastoral Universitária. Na ocasião, recebemos a visita do Padre Francisco Fernandes, que fez uma breve explanação sobre a pastoral.
A Pastoral Universitária é a ação evangelizadora da Igreja no âmbito universitário, coordenada e em comunhão com o bispo diocesano. É uma pastoral de fronteira, âmbito privilegiado do diálogo da Igreja com a cultura, com o mundo acadêmico e com as perguntas existenciais de estudantes, professores e funcionários.
Sua missão é evangelizar o mundo universitário a partir de Jesus Cristo, construindo comunidade eclesial nesse âmbito, colaborando para formar profissionais que vivam a alegria do encontro com Ele e que, seguindo os valores do Evangelho e os ideais do Reino de Deus, sejam promotores de um mundo justo e solidário para todos.
Na próxima quarta-feira, 26, teremos outro encontro para estudarmos o documento de estudo da CNBB sobre o tema (Doc. 102). O encontro acontecerá no Instituto Pio XII, às 20h, e contamos com a participação de toda a comunidade acadêmica.





EVANGELHO DO DIA

Assunção de Nossa Senhora - Domingo 16/08/2015
Anúncio do Evangelho (Lc 1,39-56)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”.

Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o respeitam. Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. Encheu de bens os famintos, e despediu os ricos de mãos vazias. Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”. Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

INFORMAÇOES SOBRE A 1ª CAMINHADA DA SOLIDARIEDADE

Os Abrigos e Asilos de idosos em Natal precisam da sua ajuda! A Arquidiocese de Natal convida você a fazer parte da 1ª Caminhada da Solidariedade, um momento de fazer o bem sem abrir mão do seu lazer de domingo. Dia 30 de agosto, a partir das 7h saindo do Santuário dos Mártires no bairro de Nazaré(Natal). Toda renda será revertida para melhoria das instituições de apoio ao idoso. Adquira seu kit na sua Paróquia e participe!
Para participar da Caminhada da Solidariedade, as pessoas são convidadas a adquirir um kit, composto por camiseta e boné, no valor de R$ 20,00, à venda nas paróquias e no Centro Pastoral Pio X (subsolo da Catedral), e a partir de agora, também na sede do Tribunal de Justiça, localizada na Praça 7 de setembro, na Cidade Alta, Natal. A renda será repartida entre sete abrigos de idosos: Juvino Barreto, Casa do Idoso Jesus Misericordioso, Lar do Ancião Evangélico, Centro de Convivência de Mãe Luiza e Lar da Vovozinha, todos em Natal; além do Anísia Pessoa, em São José de Mipibu, e Abrigo São Vicente de Paulo, em Ceará-Mirim.
A programação, no dia 30, iniciará às 7h, com a celebração eucarística, no Santuário dos Mártires, no bairro de Nazaré, em Natal, presidida pelo Arcebispo, Dom Jaime Vieira Rocha. Após, acontecerá caminhada, saindo do Santuário, na Av. Miguel Castro, seguindo pela Av. Coronel Estevão, Rua Amintas Barros, Av. Prudente de Morais e Av. Alexandrino de Alencar, encerrando no Instituto Juvino Barreto, por volta das 11 horas.
Mais informações sobre a Caminhada, acesse: http://arquidiocesedenatal.org.br/caminhada-da-solidariedade .

CHEGADA DA IMAGEM PEREGRINA DE N. S. APARECIDA

Foto: Priscila Kruger
 
Ontem aconteceu o I Evangelizar é Preciso Natal, no largo da Arena das Dunas, que em parceria com o Projeto Sintonia do Bem trouxe o show do Padre Reginaldo Manzotti​ aos potiguares. O evento também teve como fim angariar recursos para criação da Primeira Rádio FM 100% Católica do RN. Na ocasião tivemos a imensa alegria de receber a imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, em alusão ao Jubileu de 300 anos. A imagem também passará por nosso município! Vamos recebe-la no dia 13/08, às 18h, na Igreja Matriz de Sant'Ana e São Joaquim. Teremos a Santa Missa logo após e no dia 14/08, a imagem estará exposta para visitação dos fiéis. Neste mesmo dia, às 18h, sairemos em procissão até à capela São Francisco, onde teremos a Santa Missa. No outro dia (15/08), às 18h, deixaremos a imagem na comunidade do Bairro Novo. No dia 16/08, às 18h, iremos deixar a imagem na paróquia de N. S. do Ó, em Nisia Floresta. Nos preparemos, participemos e acolhamos com amor e devoção a imagem peregrina da padroeira do Brasil. Viva N. S. Aparecida! Intercedei por nós e nossas famílias!
 

FELIZ DIA DOS PAIS

A todos os pais da Paróquia de Sant'Ana e São Joaquim

EVANGELHO DO DIA

19º Domingo do Tempo Comum - 09/08/2015

Anúncio do Evangelho (Jo 6,41-51)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, os judeus começaram a murmurar a respeito de Jesus, porque havia dito: “Eu sou o pão que desceu do céu”.

Eles comentavam: “Não é este Jesus o filho de José? Não conhecemos seu pai e sua mãe? Como pode então dizer que desceu do céu?”

Jesus respondeu: “Não murmureis entre vós. Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos profetas: ‘Todos serão discípulos de Deus’. Ora, todo aquele que escutou o Pai, e por ele foi instruído, vem a mim. Não que alguém já tenha visto o Pai. Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. Em verdade, em verdade vos digo, quem crê, possui a vida eterna.

Eu sou o pão da vida. Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. Eis aqui o pão que desce do céu: quem dele comer, nunca morrerá. Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

EVANGELHO DO DIA

18º Domingo do Tempo Comum 02/08/2015
 

Anúncio do Evangelho (Jo 6,24-35)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, quando a multidão viu que Jesus não estava ali, nem os seus discípulos, subiram às barcas e foram à procura de Jesus, em Cafarnaum. Quando o encontraram no outro lado do mar, perguntaram-lhe: “Rabi, quando chegaste aqui?”

Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Pois este é quem o Pai marcou com seu selo”.

Então perguntaram: “Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?”

Jesus respondeu: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”.

Eles perguntaram: “Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obra fazes? Nossos pais comeram o maná no deserto, como está na Escritura: ‘Pão do céu deu-lhes a comer’”.

Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu. Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”.

Então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”.

Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.