APONTAMENTOS DA V ASSEMBLEIA PASTORAL PAROQUIAL

No último domingo, dia 28 de fevereiro, reuniram-se no Instituto Pio XII, sob a coordenação do Pároco, Padre Matias Soares, dos vigários, Pe. José Lenilson e Pe. Rogerio Barros, e do casal articulador, Carlos e Carla, os coordenadores e membros de grupos, pastorais, movimentos, e serviços; animadores de comunidades, membros do conselho administrativo e religiosas para a realização da V Assembléia Pastoral Paroquial com o objetivo de planejar as ações para o ano corrente. 
 
 Foi servido um café da manhã e logo após deu-se início com um momento de animação e oração. Pe. Matias deu as boas vindas e lembrou que o povo de Deus tem a missão de testemunhar Cristo na história, por isso sua caminhada é sempre missionária; explicou que a Assembléia Paroquial é reflexo da Arquidiocesana, por isso tem um período de preparação que iniciou em julho de dois mil e quinze, passando pelos zonais (o nosso é o XIII), depois pelos Vicariatos (no qual pertencemos ao Sul), chegando à Paróquia pelos setores missionários com o processo de avaliação, fazendo com que seja sentido o rosto da Arquidiocese e que todos lembrem que a Paróquia precisa estar em estado permanente de missão.
O Pároco explicou ainda que o plano da Arquidiocese foi desenvolvido para quatro anos, compreendido de dois mil e dezesseis a dois mil e dezenove, mas o plano paroquial é para um ano; enfatizou que, os fiéis leigos, principalmente os que estão  à frente como lideranças, precisam de um aprofundamento sobre os documentos da Igreja e indicou quatro: Gaudium Et Spes; o segundo, Lumem Gentium, que tem uma leitura mais interna, onde diz que a Igreja precisa reluzir à luz de Cristo e sua ação gira em torno dEle; o terceiro, Dei Verbum, que fala sobre a revelação de Deus na história; e o quarto, Sacro Sancto Concilium, dizendo que tudo aquilo que a Igreja diz através da Palavra deve ser falado na Liturgia. Pe. Matias fez esta indicação para que os fiéis leigos tenham mais facilidade de entender o que a Igreja está vivendo e tenham mais conhecimento sobre ela. 
Em seguida apresentou o plano da 55ª Assembléia Arquidiocesana de Pastoral e suas metas, nas quais foram trabalhadas cinco, tendo em vista onde a nossa Paróquia precisa avançar. O casal Articulador, Carlos e Carla, apresentou as avaliações feitas pelos grupos e setores missionários e seus diagnósticos.
É chegado o momento das oficinas e o membro da Comunidade Magnificat, Marleno, que participou da Assembléia Arquidiocesana, explicou sobre a distribuição dos grupos para que pudessem planejar as ações, cada grupo indicou de duas a três, a serem desenvolvidas durante o ano e deu um tempo de uma hora para estas oficinas. Após este período, os coordenadores dos setores fizeram a apresentação dos pontos tratados e foi dado um intervalo para o almoço. 
No retorno, Pe. Matias apresentou o Seminarista Rodrigues, que deve ficar na Paróquia por um período de dois anos, e a Irmã Aparecida, da Congregação do Sagrado Coração de Jesus, e eles deram suas palavras de agradecimento pela acolhida e testemunharam que vieram para servir e estar em comunhão. 
Em seguida, Cícero Virginio, fez a prestação de contas do ano anterior (Pe. Matias lembrou que esta também havia sido feita na Igreja para toda comunidade) e deu algumas orientações administrativas; falou sobre a responsabilidade de enviar esta prestação para a Arquidiocese até o dia cinco de cada mês, por isso precisa que as comunidades enviem as suas prestações para a Paróquia antes desse prazo, e que esta não deve ser feita por obrigação, mas sim por amor; também falou sobre o fortalecimento do Dízimo para que o atendimento nas comunidades e tantos outros trabalhos missionários  possam ser melhor desenvolvidos. 
Pe. Matias o agradeceu , mostrou como funciona a construção do Plano Pastoral, parabenizou a todos que participaram desse encontro  e fez suas considerações finais. Sem nada mais a tratar, a Assembléia foi encerrada com a bênção final e um lanche.

16 ANOS DE FALECIMENTO DE MONSENHOR ANTONIO BARROS


"Prezados paroquianos e povo de Deus, irmãos presbíteros, religiosos(as), instituições paroquiais, fiéis católicos das várias comunidades que já fizeram parte da paróquia de Sant'Ana e São Joaquim, lideranças eclesiais e civis, hoje, às 19h, na Igreja Matriz de Sant'Ana e São Joaquim, estaremos celebrando a Santa Missa pelos 16 de falecimento do saudoso MONSENHOR ANTONIO BARROS. Sem dúvida, um autêntico servidor do POVO MIPIBUENSE, que durante 53 anos dedicou-se à AÇÃO EVANGELIZADORA E A PROMOÇÃO HUMANA dos seus paroquianos. Todos somos gratos a Deus por nos ter concedido este LEVITA DO SENHOR. Monsenhor Barros, que Deus o tenha em comunhão com Ele e que sua intercessão nos fortaleça para que possamos continuar a CUIDAR com fé e alegria do amado povo de Deus, que está na tão amada paróquia de SANT'ANA E SÃO JOAQUIM. Assim o seja!" Pe. Matias Soares

ARQUIDIOCESE LANÇA 2ª CAMINHADA DA SOLIDARIEDADE


A Arquidiocese de Natal lança a 2ª Caminhada da Solidariedade, na próxima quarta-feira, 17, às 12 horas, no auditório da Escola de Governo Cardeal Eugênio Sales, no Centro Administrativo. A Caminhada está marcada para o dia 3 de abril, saindo do Santuário dos Mártires, no bairro de Nazaré, para a Catedral Metropolitana. A renda será revertida para as ações sociais da Arquidiocese.
O lançamento acontece por ocasião da 55ª Assembleia Pastoral Arquidiocesana, que acontece de 17 a 19 deste mês, na Escola de Governo, com a participação de mais de 200 pessoas, entre padres, diáconos, religiosos e leigos.
A Assembleia será coordenada pelo Arcebispo, Dom Jaime Vieira Rocha, e assessora pelo especialista em planejamento estratégico, Domenico Corcione, de Recife (PE). Nestes dias, será construído o Plano Pastoral da Arquidiocese de Natal para o quadriênio 2016-2019.

TEMPO DA QUARESMA


A CERIMÔNIA DE IMPOSIÇÃO das cinzas dá início a um período espiritual singularmente importante para todo cristão que busca se preparar para viver melhor e mais profundamente o Mistério Pascal, que se reflete na Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Este especial tempo litúrgico busca o cumprimento da exortação evangélica essencial: "Convertei-vos", imperativo que é proposto a todos os fiéis mediante as palavras do rito da Quarta-feira de Cinzas: "Convertei-vos e crede no Evangelho" e na expressão "Lembra-te de que és pó e ao pó voltarás". Recorda a inexorável finitude e a efêmera fragilidade da vida humana neste mundo, sujeita à morte.

A cerimônia das cinzas eleva o pensamento à Realidade eterna, Deus; Princípio e Fim, Alfa e Ômega de toda existência. A conversão não é, com efeito, nada mais que um voltar a Deus, valorizando as realidades terrenas sob a luz indefectível de sua verdade. Valorização esta que implica uma consciência cada vez mais clara do fato de que estamos de passagem neste fadigoso itinerário sobre a Terra, e que nos impulsiona e estimula a trabalhar até o final, a fim de que o Reino de Deus se instaure dentro de nós e triunfe em sua justiça.

Sinônimo de "conversão", é também a palavra "penitência", como mudança de mentalidade; penitência como expressão de livre e positivo esforço no seguimento de Cristo.

Tradição

Na Igreja primitiva, variava a duração da Quaresma, mas eventualmente começava seis semanas (42 dias) antes da Páscoa. Isto só dava por resultado 36 dias de jejum (já que se excluem os domingos). No século VII foram acrescentados quatro dias antes do primeiro domingo da Quaresma, estabelecendo-se os quarenta dias de jejum (afora os domingos), para imitar o jejum do Cristo no deserto.

Era prática comum em Roma que os penitentes começassem sua penitência pública no primeiro dia de Quaresma. Eles eram salpicados de cinzas, vestidos com saial e obrigados a manter-se longe até que se reconciliassem com a Igreja na Quinta-feira Santa ou na Quinta-feira antes da Páscoa. Quando estas práticas caíram em desuso (séc. VIII ao X), o início da temporada penitencial da Quaresma foi simbolizada com a imposição do cinzas nas cabeças de todos os membros da congregação.

Hoje, na Quarta-feira de Cinzas o cristão recebe uma cruz na fronte com as cinzas obtidas da queima das palmas usadas no Domingo de Ramos do ano anterior. Esta tradição da Igreja ficou como simples serviço em algumas igrejas protestantes, como a anglicana e a luterana. A Igreja Ortodoxa começa a Quaresma a partir da segunda-feira anterior e não celebra a Quarta-feira de Cinzas.

Preparação
O Tempo Quaresmal é, então, principalmente o tempo de preparação para a Páscoa. – Um período privilegiado que leva o cristão a penetrar fundo no sentido de sua condição de filho de Deus, destinado a uma eternidade repleta de felicidade na Casa do Pai, pois foi resgatado pelo Sangue de Cristo.

A Quaresma começa na quarta-feira de cinzas e termina no Sábado Santo ou de Aleluia, anterior ao Domingo de Páscoa: ao total são 46 dias, da quarta feira de cinzas ao sábado. Durante esses dias que precedem a Semana Santa e a Páscoa, os cristãos dedicam-se à reflexão e à conversão espiritual, e se recolhem em oração e penitência, para lembrar não só os 40 dias no deserto como também os sofrimentos que Deus feito homem suportou por cada um de nós na cruz.

Quaresma é o tempo propício e oportuno para o cristão buscar a imersão na Misericórdia divina e se tornar, de fato, discípulo de Jesus. Para lembrar que temos obrigação, enquanto cristãos, de sermos misericordiosos com o nosso próximo. Oração, penitência, jejum e esmola são meios para se alcançar os objetivos da Quaresma. Não precisamos necessariamente multiplicar as nossas orações, mas sim rezar apaixonadamente a cada dia, participar nas Missas dominicais com especial atenção e dedicação, e coroar essas práticas com a Comunhão no Corpo e Sangue do Senhor.

Temos agora a maravilhosa oportunidade de participar das orações da Via Sacra, que nos ajudam a aguçar a consciência da Presença do Deus Conosco, todos os dias, a todo momento, este Deus Uno “no qual existimos, nos movemos e somos” (At 17,28).

Viver a quaresma também é buscar a oração em família e a leitura diária da Bíblia, ainda que de pequenos trechos. É fazer uma tranquila caminhada num parque, contemplando as maravilhas que Deus espalhou por toda parte, percebendo a beleza das árvores, o perfume das flores, o cântico dos pássaros, o que nos possibilita experimentar um notável bem-estar psicossomático: viver a Quaresma é estar atento às inspirações do Espírito Santo, que vem a cada um “com gemidos inexplicáveis” (Rm 8,26).


O jejum é prescrito para a Quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira da Paixão, no espírito de penitência próprio da Quaresma: fome e sede do Deus Vivo. Ainda mais interessante é jejuar dos programas de TV que promovem a prostituição, o adultério e o homossexualismo. Muitos, depois, nem regressam mais às famigeradas novelas e reality shows que promovem a vulgarização da mulher, o sentimento de rivalidade entre os semelhantes, a falsidade, a mesquinharia, a egolatria. Jejum do medo, da ansiedade e do pânico característicos da falta de confiança no Ser Supremo, nosso Pai do Céu, que é maior do que tudo. Jejum da violência, seja nas palavras, nos gestos e atitudes, no cultivo da paciência e da mansidão, frutos do Amor divino.

A ascese, bem direcionada e com o propósito correto, é válida e útil: muitos aproveitam esta temporada de graças especiais para acertar o peso e entrar no ritmo de uma dieta saudável para o corpo e para a alma; – o que não é o fim nem a razão dessas práticas espirituais, mas sim uma consequência, um resultado secundário de se viver bem a vida cristã. – Alguns escolhem, como penitência, se privar das guloseimas, que só servem para satisfazer a gula, prejudicando a saúde e a boa forma. Os que abusam do álcool também podem se libertar do vício ou do consumo exagerado. O mesmo se diga do cigarro.

Uma resolução firme, nesta caminhada quaresmal, já significou para inúmeras pessoas o renascer para a perfeita liberdade.
Quaresma é época de uma maior fraternidade, na ajuda concreta aos pobres. É uma abertura para a vida dos semelhantes que passam privações; é tempo para lutar com mais força contra o aborto; época de conceder o perdão aos que nos ofenderam ou magoaram; de fazer o bem a todos sem “trombetear”. É tempo também de fazer uma boa confissão, de fazer um “pacto” com a própria língua, para não ferir a honra alheia, evitando críticas destrutivas; e para se resolver consigo mesmo, aumentar a autoestima e valorizar as próprias qualidades.

Quaresma é tempo de partilhar a fé com os que se acham perdidos em dúvidas que martirizam e confundem. Quaresma é tempo de rezar com amor e fé pela paz neste mundo conturbado, pelos que sofrem, pelos que ainda não encontraram o Caminho da Vida. Para cumprir o propósito da Quaresma, uma boa dica: examine a sua consciência ao final de cada dia. Coloque-se diante de Deus e diga: “Nisto eu errei; aquilo poderia ter feito diferente, melhor. Amanhã vou melhorar, com a vossa Graça”.

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Ref.s:
Artigo "Reflexões sobre a Quaresma", site Catequese Católica, disponível em:
http://catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/quaresma/ind.htm
Acesso 17/2/015.
Artigo do
Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho, Apostolado Veritatis Splendor: “Santificar-se na Quaresma”,
disponível em 
http://veritatis.com.br/article/4770,
Acesso 17/2/015.


AVISO IMPORTANTE

Próximo domingo (14/02), no Instituto Pio XII, às 8h, haverá formação para Equipes de Liturgia e Ministérios de Música.

PALAVRA A TODOS OS FIÉIS E REPRESENTANTES DO POVO

O padre Matias, vigário do município de São José de Mipibu, foi amplamente aplaudido pelos paroquianos na missa do último sábado.

Adotando um estilo próprio, o padre Matias, vigário novo na cidade, para se inteirar da vida religiosa e social do seu rebanho, tem visitado inúmeras famílias , a convite dos paroquianos,e em conversas, tem ouvido as preocupações do seu rebanho sobre as festas promovidas pela Prefeitura, realizadas na frente a Igreja Matriz.

Por unânimidade os católicos e não católicos têm se posicionado em desfavor da realização das festividades públicas nas proximidades da Igreja. Que as festas sejam mantidas, porém, em uma área previamente planejada pelo poder público.

Diante da solicitação feita pela população, o padre Matias encaminhou um documento para a chefe do Executivo, pedindo para que as festividades de grande porte na cidade, não aconteçam nas proximidades da casa de Deus.

O padre fez a leitura do documento encaminhado, e citando um documento celebrado entre a Igreja Católica Apostólica Romana e o governo do Brasil, fundamentou-se em direitos acordados entre as partes, que garantem a integridade física da Igreja Católica.

Depois de fazer a leitura do documento encaminhado ao Executivo, o padre pediu para que fosse feita a leitura do ofício respondido pela Prefeita Norma Ferreira, onde a gestora do município acata o pedido da Igreja, e alerta os paraquianos e a população ,para a possibilidade da não realização do "São João em São José", em função das dificuldades financeiras que o município vivencia.

Terminadas as leituras dos dois documentos, em sinal de respeito e reconhecimento pela atuação do padre Matias, os paroquianos aplaudiram o seu vigário.

Terminada a celebração, no centro da cidade, logo que a notícia se espalhou, todos louvaram o gesto do padre Matias, que com a atitude que tomou, fez a população recordar do saudoso monsenhor Barros, que certamente também teria tomado a mesma decisão.

Esta é a imagem que fica da Igreja Matriz de Sant'Ana e São Joaquim, em São José de Mipibu, logo após os eventos realizados pela Prefeitura Municipal.

" É O PADRE E O NEGÓCIO JÁ PEGOU... "

FONTE: http://www.blogdedaltroemerenciano.com.br/2010/05/padre-matias-foi-aplaudido-pelos-paroquianos/

Um comentário:

PREZADOS AMIGOS E PAROQUIANOS,

ESTA MATÉRIA FOI POSTADA NO DIA 03/05/2010, NUM DOS BLOGS DA NOSSA CIDADE. SEM DÚVIDA, FOI UMA DAS CONQUISTAS MAIS SIGNIFICATIVAS QUE JÁ TIVEMOS EM NOSSO PAROQUIATO, POR CAUSA DAS "SOLICITAÇÕES DOS FIÉIS CATÓLICOS E NÃO CATÓLICOS DA NOSSA PARÓQUIA E MUNICÍPIO", QUE FOI A RETIRADA DAS FESTIVIDADES COM GRANDES MULTIDÕES DE FRENTE DA IGREJA MATRIZ DE SANT'ANA E SÃO JOAQUIM. "VALE ENFATIZAR QUE ERA UM PROFUNDO DESEJO DOS PAROQUIANOS". FOI UM ANSEIO QUE NOS LEVOU AO DIÁLOGO COM O PODER EXECUTIVO DE ENTÃO, QUE PRONTAMENTE ATENDEU AO PEDIDO. INFELIZMENTE, ESTE ACORDO, QUE SINALIZAVA O RESPEITO E ATENÇÃO A TODA COMUNIDADE CRISTÃ CATÓLICA FOI DESRESPEITADO. COMO É NOTÓRIO, NESTAS FESTIVIDADES CARNAVALESCAS.

A IGREJA MATRIZ DE SANT'ANA E SÃO JOAQUIM É UM PATRIMÔNIO RELIGIOSO E HISTÓRICO QUE DEVE SER PRESERVADO POR "TODOS OS MIPIBUENSES", AINDA MAIS, OS QUE SÃO REPRESENTANTES PÚBLICOS. NO TEMPO EM QUE CHEGUEI AQUI PARA ASSUMIR O PAROQUIATO, TANTOS FIÉIS RECLAMARAM QUE A "IGREJA MATRIZ TINHA QUE SER PRESERVADA E RESPEITADA". AS PESSOAS URINAVAM NAS PROXIMIDADES DO TEMPLO, O SOM QUE, LIGADO POR VÁRIAS NOITES E COM ALTÍSSIMO VOLUME, PREJUDICAVA TODA A ESTRUTURA FÍSICA, AS IMAGENS QUE SÃO TOMBADAS, OS TRANSTORNOS QUE SÃO CAUSADOS AOS MORADORES DA VIZINHANÇA, JÁ QUE O CENTRO DA CIDADE NÃO COMPORTA FESTAS DESTE PORTE. JÁ PASSOU DA HORA DO PODER PÚBLICO "CONSTRUIR UM ESPAÇO APROPRIADO PARA ESTAS FESTIVIDADES". O RESPEITO À VONTADE DA POPULAÇÃO, PRINCIPALMENTE DAQUELA QUE É PREJUDICADA POR ESTAS AÇÕES DEVERIA SER CONSIDERADA. NÃO ENTRAREMOS EM TANTAS OUTRAS CONSIDERAÇÕES QUE SÃO FUNDAMENTAIS PARA A VIDA DO MUNICÍPIO E QUE ESTÃO SENDO DEIXADAS A DESEJAR. POR QUE INSISTIR NO RETORNO DESTAS FESTAS PARA A FRENTE DA MATRIZ? SE FAZEM QUESTÃO DE DIZER, PRINCIPALMENTE EM TEMPOS DE POLÍTICA PARTIDÁRIA, QUE SÃO DE SÃO JOSÉ E FAZEM TANTAS PROMESSAS, PORQUE NÃO PRESERVAM O QUE EXISTE DE MAIS IMPORTANTE DA CULTURA DO POVO MIPIBUENSE? SE QUERER OFERECER "FESTIVIDADES PARA O POVO",  QUE O FAÇAM SALVAGUARDANDO A IDENTIDADE CULTURAL DESTE MESMO POVO. "O SENTIMENTO RELIGIOSO É O QUE EXISTE DE MAIS SIMBÓLICO DA IDENTIDADE CULTURAL DOS MIPIBUENSES". CUIDEM DISTO! SE NÃO O FAZEM POR AMOR, FAÇAM AO MENOS POR UMA OBRIGAÇÃO CIDADÃ. QUAL SERÁ A INTENÇÃO DESTE PRIMEIRO MOMENTO? ELE É PREPARATÓRIO PARA QUE?

TENHO VÁRIAS OBSERVAÇÕES, MAS, SEM MAIS DELONGAS, TORNO PÚBLICO E NOTÓRIO, EM NOME DOS PAROQUIANOS DE SANT'ANA E SÃO JOAQUIM, QUE AMAM E ZELAM PELO BEM DA IGREJA MATRIZ, "QUE SOMOS TOTALMENTE CONTRÁRIOS À REALIZAÇÃO DE FESTIVIDADES DE GRANDE PORTE QUE JÁ CAUSARAM TRANSTORNOS E, QUE, POSSIVELMENTE, NUM FUTURO NÃO TÃO DISTANTE, VOLTEM A CAUSAR PERTUBAÇÕES QUE FEREM O SENTIMENTO RELIGIOSO E À ESTRUTURA FÍSICA DA IGREJA MATRIZ, COMO TAMBÉM AO PATRIMÔNIO LITÚRGICO QUE NELA ESTÁ CONTIDO".

RESPEITOSAMENTE E CIENTE DA RESPONSABILIDADE QUE TEMOS DE CUIDAR DO BEM DA NOSSA TÃO AMADA PARÓQUIA,

PADRE MATIAS SOARES 

PÁROCO DE SÃO JOSÉ DE MIPIBU-RN

TUDO SOBRE A CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2016

Para se aprofundar mais sobre a Campanha da Fraternidade 2016, assista aos vídeos a seguir.

 


 



Formação para a CFE 2016 - Bem comum

 

 

Formação para a CFE 2016 - Saneamento levado a sério 

 

 

Formação para a CFE 2016 - Terra e água

 

 

Formação para a CFE 2016 - O Legado da degradação 

 

 

Formação para a CFE 2016 - Água para quem?

 

 

Formação para a CFE 2016 - Catadores em luta 

 

 

Formação para a CFE 2016 - Empoderar para mudar

 

 

Formação para a CFE 2016 - Poluição coletiva 

 

 

Formação para a CFE 2016 - Produzir sem destruir

 

 

 

 

 

 

 

CHAMADA PARA CAMINHADA DE ABERTURA DA CF 2016

Chamada para a Caminhada de Abertura da Campanha da Fraternidade 2016. Será dia 14 de fevereiro, às 18h30, na Praça da Saudade, em São José de Mipibu.

Participe e compartilhe!

MENSAGEM DO PAPA PARA O DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS: COMUNICAÇÃO E MISERICÓRDIA


Cidade do Vaticano (RV) - Mensagem do Papa Francisco para o 50° Dia Mundial das Comunicações Sociais sobre o tema: «Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo». 
Eis a Mensagem na íntegra:
Queridos irmãos e irmãs!
O Ano Santo da Misericórdia convida-nos a refletir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia. Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos. O amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.
Como filhos de Deus, somos chamados a comunicar com todos, sem exclusão. Particularmente próprio da linguagem e das ações da Igreja é transmitir misericórdia, para tocar o coração das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude daquela vida que Jesus Cristo, enviado pelo Pai, veio trazer a todos. Trata-se de acolher em nós mesmos e irradiar ao nosso redor o calor materno da Igreja, para que Jesus seja conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende, na pregação e no testemunho, a «centelha» que os vivifica.
A comunicação tem o poder de criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e construir paz e harmonia. As palavras podem construir pontes entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais, os povos. E isto acontece tanto no ambiente físico como no digital. Assim, palavras e ações hão-de ser tais que nos ajudem a sair dos círculos viciosos de condenações e vinganças que mantêm prisioneiros os indivíduos e as nações, expressando-se através de mensagens de ódio. Ao contrário, a palavra do cristão visa fazer crescer a comunhão e, mesmo quando deve com firmeza condenar o mal, procura não romper jamais o relacionamento e a comunicação.
Por isso, queria convidar todas as pessoas de boa vontade a redescobrirem o poder que a misericórdia tem de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as famílias e nas comunidades. Todos nós sabemos como velhas feridas e prolongados ressentimentos podem aprisionar as pessoas, impedindo-as de comunicar e reconciliar-se. E isto aplica-se também às relações entre os povos. Em todos estes casos, a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e dialogar, como se exprimiu muito eloquentemente Shakespeare: «A misericórdia não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe» (“O mercador de Veneza”, Ato IV, Cena I).
É desejável que também a linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia, que nunca dá nada por perdido. Faço apelo sobretudo àqueles que têm responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública, para que estejam sempre vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado. É fácil ceder à tentação de explorar tais situações e, assim, alimentar as chamas da desconfiança, do medo, do ódio. Pelo contrário, é preciso coragem para orientar as pessoas em direção a processos de reconciliação, mas é precisamente tal audácia positiva e criativa que oferece verdadeiras soluções para conflitos antigos e a oportunidade de realizar uma paz duradoura. «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (...) Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus» (Mt 5, 7.9).
Como gostaria que o nosso modo de comunicar e também o nosso serviço de pastores na Igreja nunca expressassem o orgulho soberbo do triunfo sobre um inimigo, nem humilhassem aqueles que a mentalidade do mundo considera perdedores e descartáveis! A misericórdia pode ajudar a mitigar as adversidades da vida e dar calor a quantos têm conhecido apenas a frieza do julgamento. Seja o estilo da nossa comunicação capaz de superar a lógica que separa nitidamente os pecadores dos justos. Podemos e devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –, mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar quem caiu. O Evangelho de João lembra-nos que «a verdade [nos] tornará livres» (Jo 8, 32). Em última análise, esta verdade é o próprio Cristo, cuja misericórdia repassada de mansidão constitui a medida do nosso modo de anunciar a verdade e condenar a injustiça. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor (cf. Ef 4, 15). Só palavras pronunciadas com amor e acompanhadas por mansidão e misericórdia tocam os nossos corações de pecadores. Palavras e gestos duros ou moralistas correm o risco de alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à conversão e à liberdade, reforçando o seu sentido de negação e defesa.
Alguns pensam que uma visão da sociedade enraizada na misericórdia seja injustificadamente idealista ou excessivamente indulgente. Mas tentemos voltar com o pensamento às nossas primeiras experiências de relação no seio da família. Os pais amavam-nos e apreciavam-nos mais pelo que somos do que pelas nossas capacidades e os nossos sucessos. Naturalmente os pais querem o melhor para os seus filhos, mas o seu amor nunca esteve condicionado à obtenção dos objetivos. A casa paterna é o lugar onde sempre és bem-vindo (cf. Lc 15, 11-32). Gostaria de encorajar a todos a pensar a sociedade humana não como um espaço onde estranhos competem e procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está sempre aberta e se procura aceitar uns aos outros.
Para isso é fundamental escutar. Comunicar significa partilhar, e a partilha exige a escuta, o acolhimento. Escutar é muito mais do que ouvir. Ouvir diz respeito ao âmbito da informação; escutar, ao invés, refere-se ao âmbito da comunicação e requer a proximidade. A escuta permite-nos assumir a atitude justa, saindo da tranquila condição de espectadores, usuários, consumidores. Escutar significa também ser capaz de compartilhar questões e dúvidas, caminhar lado a lado, libertar-se de qualquer presunção de omnipotência e colocar, humildemente, as próprias capacidades e dons ao serviço do bem comum.
Escutar nunca é fácil. Às vezes é mais cómodo fingir-se de surdo. Escutar significa prestar atenção, ter desejo de compreender, dar valor, respeitar, guardar a palavra alheia. Na escuta, consuma-se uma espécie de martírio, um sacrifício de nós mesmos em que se renova o gesto sacro realizado por Moisés diante da sarça-ardente: descalçar as sandálias na «terra santa» do encontro com o outro que me fala (cf. Ex 3, 5). Saber escutar é uma graça imensa, é um dom que é preciso implorar e depois exercitar-se a praticá-lo.
Também e-mails, sms, redes sociais, chat podem ser formas de comunicação plenamente humanas. Não é a tecnologia que determina se a comunicação é autêntica ou não, mas o coração do homem e a sua capacidade de fazer bom uso dos meios ao seu dispor. As redes sociais são capazes de favorecer as relações e promover o bem da sociedade, mas podem também levar a uma maior polarização e divisão entre as pessoas e os grupos. O ambiente digital é uma praça, um lugar de encontro, onde é possível acariciar ou ferir, realizar uma discussão proveitosa ou um linchamento moral. Rezo para que o Ano Jubilar, vivido na misericórdia, «nos torne mais abertos ao diálogo, para melhor nos conhecermos e compreendermos; elimine todas as formas de fechamento e desprezo e expulse todas as formas de violência e discriminação» (Misericordiae Vultus, 23). Em rede, também se constrói uma verdadeira cidadania. O acesso às redes digitais implica uma responsabilidade pelo outro, que não vemos mas é real, tem a sua dignidade que deve ser respeitada. A rede pode ser bem utilizada para fazer crescer uma sociedade sadia e aberta à partilha.
A comunicação, os seus lugares e os seus instrumentos permitiram um alargamento de horizontes para muitas pessoas. Isto é um dom de Deus, e também uma grande responsabilidade. Gosto de definir este poder da comunicação como «proximidade». O encontro entre a comunicação e a misericórdia é fecundo na medida em que gerar uma proximidade que cuida, conforta, cura, acompanha e faz festa. Num mundo dividido, fragmentado, polarizado, comunicar com misericórdia significa contribuir para a boa, livre e solidária proximidade entre os filhos de Deus e irmãos em humanidade.
                                                                                                                                                                                                        Papa Francisco

Vaticano, 24 de Janeiro de 2016.

Fonte:http://br.radiovaticana.va/news/2016/01/22/papa_dia_mundial_das_comunica%C3%A7%C3%B5es_sociais_comunica%C3%A7%C3%B5es/1202863

O NATAL SEM CRISE

O Natal está chegando. Todos os ambientes são ornamentados e projetados para que as pessoas pensem no que estão a celebrar. Pelas ruas dos centros das cidades, muitas luzes e árvores são colocadas. Os representantes públicos aproveitam o ensejo para maquiar as gestões desastrosas e ineficientes. Nos shoppings, o efêmero é o mais exposto. Os meios de comunicação massificam o inconsciente coletivo para que este compre e necessite do supérfluo. Uma alucinação social é fortalecida, para que a pessoa humana se torne objeto das estruturas econômicas e de consumo.
Na atualidade nos encontramos com a permanente ênfase dada à crise econômica. Estudiosos defendem que ela é, antes de tudo, antropológica. Esta é fruto da Era da Razão que patrocinou o ofuscamento de Deus da condição humana. As crises do humano contemporâneo estão vinculadas à perda de um referencial objetivo e esclarecedor da própria existência. O que faz sentido para o homem posmoderno é o que pode situá-lo aqui e agora. Por isso, ele veio a ser presa fácil de quem consegue manipulá-lo e aliena-lo do real e de tudo o que oferece algum sentido para a vida. Numa sociedade individualizada não há espaço para o que forma a subjetividade, mas o que a coisifica. O indivíduo é transformado numa situação. A crise é o confronto da razão consigo mesmo, sem uma referência com algo que a sustente. Há uma dificuldade de encontrar a verdade. Neste sentido, a mensagem do Papa Francisco para a celebração do 49° Dia Mundial da Paz, é bem consistente. O pontífice assinala três formas de indiferenças que não possibilitam a experiência da paz no mundo contemporâneo, a saber: A indiferença para com Deus; para com o Outro e para com a realidade circundante. Estas três estão levando a Sociedade à indiferença globalizada. O Papa jesuíta preceitua que há a urgência de ser formada uma cultura da solidariedade e misericórdia para vencer a indiferença. Ele afirma que “em primeiro lugar as famílias são chamadas a uma missão educativa primária e imprescindível. Elas constituem o primeiro lugar onde se vivem e transmitem os valores do amor e da fraternidade, da convivência e da partilha, da atenção e do cuidado pelo outro. São também o espaço privilegiado para a transmissão da fé, a começar por aqueles primeiros gestos simples de devoção que as mães ensinam aos filhos”. O que mais é necessário para que as famílias celebrem o autêntico Natal do Senhor é justamente a presença do amor, da solidariedade e do perdão. Estes sentimentos nunca podem estar em crise num ambiente familiar sadio e humanizado.
A crise de compreensão do verdadeiro sentido do Natal nos interpela a pensar uma ordem sistêmica sem a presença de ações humanas que não gerem rupturas, mas harmonia e coesão sociais. Os fenômenos conjunturais da violência, intolerâncias, guerras, fundamentalismos religiosos, injustiças, corrupções e descaso com a vida dos mais vulneráveis, devem nos interpelar. O que pode ser feito para que o Ser Humano não seja o pior inimigo dele mesmo? Ele tem que voltar-se para uma realidade que possa dizer a sua verdade.
Por fim, como celebrar o Natal em tempos de crise econômica, política, religiosa e, por isso, humana? Procurando celebrá-lo como deve ser vivido; ou seja, como um acontecimento cristão, e não como pagão. Se assim o fizermos, seremos condicionados por uma situação social que, sendo indiferente a Deus e à revelação do Seu amor, não nos deixará encantar pelos sentimentos de alegria e bondade que devem concretizar-se em nossas vidas e nas celebrações natalinas. Estejamos atentos e nos convertamos à centralidade do Menino Deus, em nossas vidas! Assim o seja!



Pe. Matias Soares
Pároco de São José de Mipibu-RN  

PROGRAMAÇÃO: MISSAS DE NATAL E ANO NOVO

Arquidiocese de Natal
Paróquia de Sant’Ana e São Joaquim
Missas de Natal e Ano Novo
Dia 22/12 (Terça-feira)
17h – Retiro
19h – Jardim
19h - Jacaracica
Dia 23/12 (Quarta-feira)
19h – Quebra-fuzil
19h - Passagem dos Cavalos I (São Sebastião)

Dia 24/12 (Quinta-feira – VÉSPERA DO NATAL)
16h – Malhada
19h – Sitio Santa Luzia
21h – Manimbu
22h30 – Laranjeiras do Abdias
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17h – Luar das Orquídeas
19h – Matriz
21h – Bairro Novo
22h30 – Laranjeiras dos Cosmes
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17h30 – Mendes
19h – Arenã
21h – Matriz
22h15 – Tancredo Neves

Dia 25/12 (Natal do Senhor)
16h30 – Japecanga
17h - Taborda
17h – Vale do Lírio
19h – Matriz
19h – Jardim dos Ipês
19h – Bosque das Colinas e Luar do Colorado

Dia 26/12 (Sábado da Oitava de Natal)
16h – Boa Vista
17h – Caieiras
17h – Pium
19h – Pau Brasil
19h – Ribeiro

Dia 27/12 (Domingo da SAGRADA FAMÍLIA)
7h – Matriz
7h – Capela do Século
10h – Matriz
10h – Riacho
16h – Bela Vista
17h – Rocinha
17h – Curral Novo
19h – Matriz
19h – Laranjeiras do Abdias
19h – Bonfim I (Senhor do Bonfim)

Dia 28/12 (Segunda-feira da Oitava de Natal)
19h – Matriz: Missa do Teço dos homens

Dia 29/12 (Terça-feira da Oitava de Natal)
19h - Zoador
19h – Jardim
19h – Bica

Dia 30/12 (Quarta-feira da Oitava de Natal)
17h - Baxiu
19h – Bonfim II (Na. Senhora da Providência)
19h – Mazapas

Dia 31/12 (Quinta-feira) – Missas de Ano Novo
17h – Passagem dos Cavalos II (Todos os Santos)
19h – Matriz
21h – Taborda
22h30 - Maimbu
22h30 – Laranjeiras do Abdias (igreja do Coração de Jesus)
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17h – Japecanga
19h – Mendes
21h – Matriz
23h – Laranjeiras dos Cosmes
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17h – Areia Branca
19h – Arenã
21h – Bairro Novo
00h - Matriz


Atenção: 1) Durante o mês de janeiro/2016 não teremos Missas nas comunidades, com exceção daquelas que celebram seus padroeiros. As Missas serão celebradas nos horários normais na Matriz e em Laranjeiras do Abdias;
2) Todas as comunidades preparem as liturgias e divulguem bem estes momentos;
3) Solicitamos aos particulares e poder público que sejam respeitados os momentos celebrativos, não colocando paredões, grupos musicais e outros meios que dificultem e desrespeitem a celebração da fé do Povo, nas proximidades das Igrejas;
4) Ainda, qualquer dúvida e solicitação das comunidades ou instituições, por favor, nos procurem pessoalmente, na sede paroquial, que estaremos sempre abertos ao diálogo e a outras possíveis adaptações, tendo em vista o bem comum;
5) Contato: (84)3273-2236/3273-2239.

1º Show Louvor (ENTREVISTA)

Entrevista com o Ministério Anuncia-me, que tocará no 1º Show Louvor de confraternização neste sábado (12).

ENCONTRO MENSAL COM LIDERANÇAS DE COMUNIDADES E PASTORAIS

Neste sábado, 05 de dezembro de 2015, na Capela de São Francisco, aconteceu a partir das 8h30 da manhã o encontro de formação e articulação missionária e pastoral de nossa Paróquia.
Primeiramente foi feito um estudo sobre as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (Documento da CNBB) e em seguida foram realizados os combinados acerca do Show Louvor de Confraternização Paroquial que acontecerá no dia 12 de dezembro, no Instituto Pio XII.