CHAMADA PARA CAMINHADA DE ABERTURA DA CF 2016

Chamada para a Caminhada de Abertura da Campanha da Fraternidade 2016. Será dia 14 de fevereiro, às 18h30, na Praça da Saudade, em São José de Mipibu.

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MENSAGEM DO PAPA PARA O DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS: COMUNICAÇÃO E MISERICÓRDIA


Cidade do Vaticano (RV) - Mensagem do Papa Francisco para o 50° Dia Mundial das Comunicações Sociais sobre o tema: «Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo». 
Eis a Mensagem na íntegra:
Queridos irmãos e irmãs!
O Ano Santo da Misericórdia convida-nos a refletir sobre a relação entre a comunicação e a misericórdia. Com efeito a Igreja unida a Cristo, encarnação viva de Deus Misericordioso, é chamada a viver a misericórdia como traço característico de todo o seu ser e agir. Aquilo que dizemos e o modo como o dizemos, cada palavra e cada gesto deveria poder expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos. O amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.
Como filhos de Deus, somos chamados a comunicar com todos, sem exclusão. Particularmente próprio da linguagem e das ações da Igreja é transmitir misericórdia, para tocar o coração das pessoas e sustentá-las no caminho rumo à plenitude daquela vida que Jesus Cristo, enviado pelo Pai, veio trazer a todos. Trata-se de acolher em nós mesmos e irradiar ao nosso redor o calor materno da Igreja, para que Jesus seja conhecido e amado; aquele calor que dá substância às palavras da fé e acende, na pregação e no testemunho, a «centelha» que os vivifica.
A comunicação tem o poder de criar pontes, favorecer o encontro e a inclusão, enriquecendo assim a sociedade. Como é bom ver pessoas esforçando-se por escolher cuidadosamente palavras e gestos para superar as incompreensões, curar a memória ferida e construir paz e harmonia. As palavras podem construir pontes entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais, os povos. E isto acontece tanto no ambiente físico como no digital. Assim, palavras e ações hão-de ser tais que nos ajudem a sair dos círculos viciosos de condenações e vinganças que mantêm prisioneiros os indivíduos e as nações, expressando-se através de mensagens de ódio. Ao contrário, a palavra do cristão visa fazer crescer a comunhão e, mesmo quando deve com firmeza condenar o mal, procura não romper jamais o relacionamento e a comunicação.
Por isso, queria convidar todas as pessoas de boa vontade a redescobrirem o poder que a misericórdia tem de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as famílias e nas comunidades. Todos nós sabemos como velhas feridas e prolongados ressentimentos podem aprisionar as pessoas, impedindo-as de comunicar e reconciliar-se. E isto aplica-se também às relações entre os povos. Em todos estes casos, a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e dialogar, como se exprimiu muito eloquentemente Shakespeare: «A misericórdia não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe» (“O mercador de Veneza”, Ato IV, Cena I).
É desejável que também a linguagem da política e da diplomacia se deixe inspirar pela misericórdia, que nunca dá nada por perdido. Faço apelo sobretudo àqueles que têm responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública, para que estejam sempre vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado. É fácil ceder à tentação de explorar tais situações e, assim, alimentar as chamas da desconfiança, do medo, do ódio. Pelo contrário, é preciso coragem para orientar as pessoas em direção a processos de reconciliação, mas é precisamente tal audácia positiva e criativa que oferece verdadeiras soluções para conflitos antigos e a oportunidade de realizar uma paz duradoura. «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. (...) Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus» (Mt 5, 7.9).
Como gostaria que o nosso modo de comunicar e também o nosso serviço de pastores na Igreja nunca expressassem o orgulho soberbo do triunfo sobre um inimigo, nem humilhassem aqueles que a mentalidade do mundo considera perdedores e descartáveis! A misericórdia pode ajudar a mitigar as adversidades da vida e dar calor a quantos têm conhecido apenas a frieza do julgamento. Seja o estilo da nossa comunicação capaz de superar a lógica que separa nitidamente os pecadores dos justos. Podemos e devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –, mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar quem caiu. O Evangelho de João lembra-nos que «a verdade [nos] tornará livres» (Jo 8, 32). Em última análise, esta verdade é o próprio Cristo, cuja misericórdia repassada de mansidão constitui a medida do nosso modo de anunciar a verdade e condenar a injustiça. É nosso dever principal afirmar a verdade com amor (cf. Ef 4, 15). Só palavras pronunciadas com amor e acompanhadas por mansidão e misericórdia tocam os nossos corações de pecadores. Palavras e gestos duros ou moralistas correm o risco de alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à conversão e à liberdade, reforçando o seu sentido de negação e defesa.
Alguns pensam que uma visão da sociedade enraizada na misericórdia seja injustificadamente idealista ou excessivamente indulgente. Mas tentemos voltar com o pensamento às nossas primeiras experiências de relação no seio da família. Os pais amavam-nos e apreciavam-nos mais pelo que somos do que pelas nossas capacidades e os nossos sucessos. Naturalmente os pais querem o melhor para os seus filhos, mas o seu amor nunca esteve condicionado à obtenção dos objetivos. A casa paterna é o lugar onde sempre és bem-vindo (cf. Lc 15, 11-32). Gostaria de encorajar a todos a pensar a sociedade humana não como um espaço onde estranhos competem e procuram prevalecer, mas antes como uma casa ou uma família onde a porta está sempre aberta e se procura aceitar uns aos outros.
Para isso é fundamental escutar. Comunicar significa partilhar, e a partilha exige a escuta, o acolhimento. Escutar é muito mais do que ouvir. Ouvir diz respeito ao âmbito da informação; escutar, ao invés, refere-se ao âmbito da comunicação e requer a proximidade. A escuta permite-nos assumir a atitude justa, saindo da tranquila condição de espectadores, usuários, consumidores. Escutar significa também ser capaz de compartilhar questões e dúvidas, caminhar lado a lado, libertar-se de qualquer presunção de omnipotência e colocar, humildemente, as próprias capacidades e dons ao serviço do bem comum.
Escutar nunca é fácil. Às vezes é mais cómodo fingir-se de surdo. Escutar significa prestar atenção, ter desejo de compreender, dar valor, respeitar, guardar a palavra alheia. Na escuta, consuma-se uma espécie de martírio, um sacrifício de nós mesmos em que se renova o gesto sacro realizado por Moisés diante da sarça-ardente: descalçar as sandálias na «terra santa» do encontro com o outro que me fala (cf. Ex 3, 5). Saber escutar é uma graça imensa, é um dom que é preciso implorar e depois exercitar-se a praticá-lo.
Também e-mails, sms, redes sociais, chat podem ser formas de comunicação plenamente humanas. Não é a tecnologia que determina se a comunicação é autêntica ou não, mas o coração do homem e a sua capacidade de fazer bom uso dos meios ao seu dispor. As redes sociais são capazes de favorecer as relações e promover o bem da sociedade, mas podem também levar a uma maior polarização e divisão entre as pessoas e os grupos. O ambiente digital é uma praça, um lugar de encontro, onde é possível acariciar ou ferir, realizar uma discussão proveitosa ou um linchamento moral. Rezo para que o Ano Jubilar, vivido na misericórdia, «nos torne mais abertos ao diálogo, para melhor nos conhecermos e compreendermos; elimine todas as formas de fechamento e desprezo e expulse todas as formas de violência e discriminação» (Misericordiae Vultus, 23). Em rede, também se constrói uma verdadeira cidadania. O acesso às redes digitais implica uma responsabilidade pelo outro, que não vemos mas é real, tem a sua dignidade que deve ser respeitada. A rede pode ser bem utilizada para fazer crescer uma sociedade sadia e aberta à partilha.
A comunicação, os seus lugares e os seus instrumentos permitiram um alargamento de horizontes para muitas pessoas. Isto é um dom de Deus, e também uma grande responsabilidade. Gosto de definir este poder da comunicação como «proximidade». O encontro entre a comunicação e a misericórdia é fecundo na medida em que gerar uma proximidade que cuida, conforta, cura, acompanha e faz festa. Num mundo dividido, fragmentado, polarizado, comunicar com misericórdia significa contribuir para a boa, livre e solidária proximidade entre os filhos de Deus e irmãos em humanidade.
                                                                                                                                                                                                        Papa Francisco

Vaticano, 24 de Janeiro de 2016.

Fonte:http://br.radiovaticana.va/news/2016/01/22/papa_dia_mundial_das_comunica%C3%A7%C3%B5es_sociais_comunica%C3%A7%C3%B5es/1202863

O NATAL SEM CRISE

O Natal está chegando. Todos os ambientes são ornamentados e projetados para que as pessoas pensem no que estão a celebrar. Pelas ruas dos centros das cidades, muitas luzes e árvores são colocadas. Os representantes públicos aproveitam o ensejo para maquiar as gestões desastrosas e ineficientes. Nos shoppings, o efêmero é o mais exposto. Os meios de comunicação massificam o inconsciente coletivo para que este compre e necessite do supérfluo. Uma alucinação social é fortalecida, para que a pessoa humana se torne objeto das estruturas econômicas e de consumo.
Na atualidade nos encontramos com a permanente ênfase dada à crise econômica. Estudiosos defendem que ela é, antes de tudo, antropológica. Esta é fruto da Era da Razão que patrocinou o ofuscamento de Deus da condição humana. As crises do humano contemporâneo estão vinculadas à perda de um referencial objetivo e esclarecedor da própria existência. O que faz sentido para o homem posmoderno é o que pode situá-lo aqui e agora. Por isso, ele veio a ser presa fácil de quem consegue manipulá-lo e aliena-lo do real e de tudo o que oferece algum sentido para a vida. Numa sociedade individualizada não há espaço para o que forma a subjetividade, mas o que a coisifica. O indivíduo é transformado numa situação. A crise é o confronto da razão consigo mesmo, sem uma referência com algo que a sustente. Há uma dificuldade de encontrar a verdade. Neste sentido, a mensagem do Papa Francisco para a celebração do 49° Dia Mundial da Paz, é bem consistente. O pontífice assinala três formas de indiferenças que não possibilitam a experiência da paz no mundo contemporâneo, a saber: A indiferença para com Deus; para com o Outro e para com a realidade circundante. Estas três estão levando a Sociedade à indiferença globalizada. O Papa jesuíta preceitua que há a urgência de ser formada uma cultura da solidariedade e misericórdia para vencer a indiferença. Ele afirma que “em primeiro lugar as famílias são chamadas a uma missão educativa primária e imprescindível. Elas constituem o primeiro lugar onde se vivem e transmitem os valores do amor e da fraternidade, da convivência e da partilha, da atenção e do cuidado pelo outro. São também o espaço privilegiado para a transmissão da fé, a começar por aqueles primeiros gestos simples de devoção que as mães ensinam aos filhos”. O que mais é necessário para que as famílias celebrem o autêntico Natal do Senhor é justamente a presença do amor, da solidariedade e do perdão. Estes sentimentos nunca podem estar em crise num ambiente familiar sadio e humanizado.
A crise de compreensão do verdadeiro sentido do Natal nos interpela a pensar uma ordem sistêmica sem a presença de ações humanas que não gerem rupturas, mas harmonia e coesão sociais. Os fenômenos conjunturais da violência, intolerâncias, guerras, fundamentalismos religiosos, injustiças, corrupções e descaso com a vida dos mais vulneráveis, devem nos interpelar. O que pode ser feito para que o Ser Humano não seja o pior inimigo dele mesmo? Ele tem que voltar-se para uma realidade que possa dizer a sua verdade.
Por fim, como celebrar o Natal em tempos de crise econômica, política, religiosa e, por isso, humana? Procurando celebrá-lo como deve ser vivido; ou seja, como um acontecimento cristão, e não como pagão. Se assim o fizermos, seremos condicionados por uma situação social que, sendo indiferente a Deus e à revelação do Seu amor, não nos deixará encantar pelos sentimentos de alegria e bondade que devem concretizar-se em nossas vidas e nas celebrações natalinas. Estejamos atentos e nos convertamos à centralidade do Menino Deus, em nossas vidas! Assim o seja!



Pe. Matias Soares
Pároco de São José de Mipibu-RN  

PROGRAMAÇÃO: MISSAS DE NATAL E ANO NOVO

Arquidiocese de Natal
Paróquia de Sant’Ana e São Joaquim
Missas de Natal e Ano Novo
Dia 22/12 (Terça-feira)
17h – Retiro
19h – Jardim
19h - Jacaracica
Dia 23/12 (Quarta-feira)
19h – Quebra-fuzil
19h - Passagem dos Cavalos I (São Sebastião)

Dia 24/12 (Quinta-feira – VÉSPERA DO NATAL)
16h – Malhada
19h – Sitio Santa Luzia
21h – Manimbu
22h30 – Laranjeiras do Abdias
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17h – Luar das Orquídeas
19h – Matriz
21h – Bairro Novo
22h30 – Laranjeiras dos Cosmes
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17h30 – Mendes
19h – Arenã
21h – Matriz
22h15 – Tancredo Neves

Dia 25/12 (Natal do Senhor)
16h30 – Japecanga
17h - Taborda
17h – Vale do Lírio
19h – Matriz
19h – Jardim dos Ipês
19h – Bosque das Colinas e Luar do Colorado

Dia 26/12 (Sábado da Oitava de Natal)
16h – Boa Vista
17h – Caieiras
17h – Pium
19h – Pau Brasil
19h – Ribeiro

Dia 27/12 (Domingo da SAGRADA FAMÍLIA)
7h – Matriz
7h – Capela do Século
10h – Matriz
10h – Riacho
16h – Bela Vista
17h – Rocinha
17h – Curral Novo
19h – Matriz
19h – Laranjeiras do Abdias
19h – Bonfim I (Senhor do Bonfim)

Dia 28/12 (Segunda-feira da Oitava de Natal)
19h – Matriz: Missa do Teço dos homens

Dia 29/12 (Terça-feira da Oitava de Natal)
19h - Zoador
19h – Jardim
19h – Bica

Dia 30/12 (Quarta-feira da Oitava de Natal)
17h - Baxiu
19h – Bonfim II (Na. Senhora da Providência)
19h – Mazapas

Dia 31/12 (Quinta-feira) – Missas de Ano Novo
17h – Passagem dos Cavalos II (Todos os Santos)
19h – Matriz
21h – Taborda
22h30 - Maimbu
22h30 – Laranjeiras do Abdias (igreja do Coração de Jesus)
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17h – Japecanga
19h – Mendes
21h – Matriz
23h – Laranjeiras dos Cosmes
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17h – Areia Branca
19h – Arenã
21h – Bairro Novo
00h - Matriz


Atenção: 1) Durante o mês de janeiro/2016 não teremos Missas nas comunidades, com exceção daquelas que celebram seus padroeiros. As Missas serão celebradas nos horários normais na Matriz e em Laranjeiras do Abdias;
2) Todas as comunidades preparem as liturgias e divulguem bem estes momentos;
3) Solicitamos aos particulares e poder público que sejam respeitados os momentos celebrativos, não colocando paredões, grupos musicais e outros meios que dificultem e desrespeitem a celebração da fé do Povo, nas proximidades das Igrejas;
4) Ainda, qualquer dúvida e solicitação das comunidades ou instituições, por favor, nos procurem pessoalmente, na sede paroquial, que estaremos sempre abertos ao diálogo e a outras possíveis adaptações, tendo em vista o bem comum;
5) Contato: (84)3273-2236/3273-2239.

1º Show Louvor (ENTREVISTA)

Entrevista com o Ministério Anuncia-me, que tocará no 1º Show Louvor de confraternização neste sábado (12).

ENCONTRO MENSAL COM LIDERANÇAS DE COMUNIDADES E PASTORAIS

Neste sábado, 05 de dezembro de 2015, na Capela de São Francisco, aconteceu a partir das 8h30 da manhã o encontro de formação e articulação missionária e pastoral de nossa Paróquia.
Primeiramente foi feito um estudo sobre as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (Documento da CNBB) e em seguida foram realizados os combinados acerca do Show Louvor de Confraternização Paroquial que acontecerá no dia 12 de dezembro, no Instituto Pio XII.



1° SHOW LOUVOR DE CONFRATERNIZAÇÃO PAROQUIAL


Contagem regressiva para o nosso Show Louvor de Confraternização e grande Sorteio de Prêmios!!! Dia 12 de dezembro, no Instito Pio XII, todos nós vamos nos encontrar para celebrar as alegrias do ano de 2015, louvando à Deus ao som do Ministério de Música Anuncia-me!!!
Procure o coordenador do seu grupo ou setor e adquira seu bilhete da rifa!


GECASIL REALIZA ENTREGA DE DISTINTIVOS

O Grupo de Escoteiros Católico Santo Inácio de Loyola - GECASIL, realizou na tarde deste sábado, 21, a entrega dos distintivos conquistados através do Mutirão Nacional de Escoteiro de Ação Comunitária - MUTCOM, que visa desenvolver ações dentro da comunidade, em hospitais, abrigos, creches, etc.

Em São José de Mipibu, o GECASIL realizou uma visita ao Abrigo Anízia Pessoa, além de um abraço coletivo na feira livre da cidade, onde houve a participação dos quatro ramos: lobinhos, escoteiros, seniores e pioneiros.

A Pastoral da Comunicação conversou com Jonnathas Araujo, diretor técnico do GECASIL. Na ocasião, ele destacou a satisfação em ver o sorriso estampado no rosto das crianças, por estarem recebendo seus distintivos.

Jonnathas lembrou que o GECASIL necessita de novos chefes, pois os ramos lobinhos e escoteiros já não estão mais aceitando novos membros, devido terem atingido o número máximo, de acordo com as regras instituídas pelos Escoteiros do Brasil.




PASTORAL DA CATEQUESE REALIZA REUNIÃO DE AVALIAÇÃO DE 2015

Na manhã deste sábado, 21, a Pastoral da Catequese realizou uma reunião de avaliação das ações desenvolvidas pela pastoral em 2015. O encontro aconteceu na Capela de São Francisco, e contou com a participação de catequistas de toda a paróquia de Sant'Ana e São Joaquim.

O momento também serviu para iniciar a formação dos catequistas para o Advento - tempo de preparação para a festa do Natal de Jesus Cristo.




IRRACIONALIDADE POLÍTICA



O Brasil vive mais uma das tantas outras crises políticas pelas quais já passou. Vivemos mergulhados em escândalos de corrupção. Infelizmente, os principais protagonistas não os medalhões que são eleitos pelo povo para representá-lo. É algo deplorável. Alienados politicamente, há cidadãos que entram em defesa dos seus elegidos. O que torna a situação ainda mais complicada, pois sinaliza e confirma que de fato o povo tem os representantes que merece. Quando acompanhamos a situação, somos tentados a pensar que existe uma irracionalidade política; ou seja, as motivações e condições que norteiam a política brasileira não são moldadas pela razão. Sem essa racionalidade, o que existe para ordenar e promover o bem comum torna-se canal de sustentação de interesses grupais e individuais. A democracia é colocada em cheque, não em seus meios, mas em seu fim. Ela é violentada e corrompida, literalmente.
À conjuntura política, mais recentemente, descobrimos que a crise econômica já estava prefigurada antes da campanha presidencial; contudo, não encarada com seriedade e honestidade. Não era uma marulinha. As consequências destes atos da política dos fins que justificam os meios estão aparecendo e mostrando que a crise política e econômica sinaliza a profunda crise ética e moral dos representantes públicos brasileiros. Ela não é nova. Todos sabemos desta triste realidade. Contudo, não podemos justificar uma situação que gera tantos males à sociedade em nome de ideologias que têm um projeto de poder e não de governo do povo brasileiro.
A situação, para piorar, tem que ser encarada tendo em vista as realidades da nossa velha política nas bases. Ela é perversa e alimenta muita gente medíocre e sem condições éticas para ser representante dos cidadãos. A política no nosso país passou a ser um meio de vida. Observemos! Hoje é um emprego rentável. Quem entra, é para fazer um investimento. Muitos transformam-se em profissionais da política. Vivem de trapassas, golpes, maquinações e perseguições. Usam os bens públicos para corromper e comprar as pessoas que se deixam subornar. Aqui existe um problema que é muito sério: Existem corruptos de todos os lados. Os corruptores e corrompidos. A razão cede lugar às paixões e interesses pessoais mais imediatos. A compra de votos, troca de favores, nepotismos, empregos fantasmas, desvios de dinheiro e várias outras ações criminosas e sórdidas. Corrupção não se justifica e sim se combate.
Na análise global, é notório que a crise econômica não é só no Brasil; todavia, a crise política, ornamentada por tantos desmandos nas empresas e órgãos públicos, agravou a situação caótica na qual está o nosso país. A governabilidade não é buscada pelo convencimento de que todos precisam estar unidos em favor do bem do país, mas na troca de ministérios e cargos concedidos aos partidos para conseguir apoios legislativos. Aqui está um dos problemas mais sórdidos, que inviabilizam uma racionalidade do nosso sistema de governo, e que perpassa as instancias federal, estadual e municipal, inviabilizando a tão necessária junção entre gestão econômica e política. Temos de fato um problema que não sabemos quando será resolvido no desenvolvimento da nossa história política e econômica.
Quem pode converter esta ordem sistêmica? O povo esclarecido e formado politicamente. Só ele com um nível elevado de educação séria e sem maquinações ideológicas oportunistas, que eleve o grau de discernimento de quem pode legitimar e qualificar a nova ordem. Claro que se quiser que seja democrática, ou por outro víeis que não seja confirmado politicamente. A irracionalidade da nossa política é consequência de uma estrutura de educação falida, que não leva o povo a pensar e ter consciência que é sujeito da sua história. Só quem pode limpar a sujeira política do nosso país é o povo que não aceita ser representado por tantos fracos, covardes e medíocres que estão envergonhando e alienando as mentes e consciências de quem compõe o Estado brasileiro. Assim o seja!



 Pe. Matias Soares Pároco de São José de Mipibu-RN e Vigário Episcopal Sul da Arquidiocese de Natal.

JORNADA DOS NOIVOS

Hoje aconteceu na Capela do Instituto Pio XII mais uma Jornada dos Noivos de nossa Paróquia, voltada para os casais que irão celebrar o sacramento do Matrimônio do próximo dia 12 de dezembro, quando será realizado os Casamentos Comunitários. O encontro contou com a participação de 12 casais e foi preparado com todo carinho pela Pastoral Familiar. Ao final, o Padre Rogério presidiu a Santa Missa. 
A família é o plano do amor de Deus, graças sejam derramadas em cada uma destas que estão se formando.











JUBILEU DE PRATA EPISCOPAL DE DOM MATIAS

Dom Matias celebra 25 anos de episcopado

A Arquidiocese de Natal renderá graças a  Deus pelos 25 anos de sagração episcopal do Arcebispo emérito, Dom Matias Patrício de Macêdo. A celebração acontecerá na próxima segunda-feira, 19, às 17h30, na Catedral Metropolitana de Natal.
Dom Matias foi eleito bispo pelo então Papa João Paulo II. Foi sagrado bispo em 21 de outubro de 1990, na cidade de Nova Cruz, onde era pároco por mais de 20 anos. Logo após a ordenação episcopal, assumiu o governo da Diocese de Cajazeiras (PB). Depois foi transferido para a Diocese de  Campina Grande (PB). À frente da Arquidiocese de Natal esteve no período de  2004 a 2011.
Quando esteve no governo da Arquidiocese de Natal, Dom Matias a mobilizou para um grande projeto de missões populares, visitando várias paróquias na capital e interior. O período foi coroado pelo triênio de preparação para o centenário da diocese. O triênio culminou com o I Congresso Eucarístico Missionário, de 25 a 29 de dezembro de 2009. Dom Matias ordenou 58 padres, sendo o bispo que mais ordenou sacerdotes para a Igreja de Natal.

BIOGRAFIA
Nasceu em Santana do Matos (RN), em 14 de abril de 1936, filho de José Patrício de Macedo e de Luiza Valdenita da Cunha. Ainda criança, mudou-se com a família para Angicos, onde era vigário Padre Manuel Tavares, seu primeiro educador na fé. Em 1951, ingressou no Seminário de São Pedro, acolhido pelo Reitor Dom José Adelino Dantas. De 1957 a 1963 faz os cursos de Filosofia e Teologia no Seminário Maior de Fortaleza.

Foi ordenado sacerdote por Dom Eugênio Sales, na Catedral de Natal,  em 21 de julho de 1963. Em dezembro deste mesmo ano, foi nomeado Vigário Cooperador de Ceará-Mirim. Em 10 de julho de 1964, assumiu a paróquia de Canguaretama e Pedro Velho, permanecendo até 1968, quando foi transferido para Nova Cruz, onde foi pároco por 22 anos. De outubro de 1973 a junho de 1974 participou, em Roma, de um Curso de Atualização Pastoral, na Pontifícia Universidade Salesiana.
Foi eleito bispo para Diocese de Cajazeiras a 12 de Julho de 1990, sendo ordenado por Dom Alair Vilar, então Arcebispo de Natal, na cidade de Nova Cruz, em 21 de outubro do mesmo ano. Governou a Diocese de Cajazeiras de 1990 a 2000, sendo então transferido para Campina Grande, como bispo coadjutor, em 2000, e Bispo Diocesano em 2001. Em 26 de novembro de 2003, foi transferido para a Arquidiocese de Natal, iniciando o ministério arquiepiscopal em 25 de janeiro de 2004, permanecendo até 21 de dezembro de 2011.

JUVENTUDE SAI EM MISSÃO PELAS RUAS DA CIDADE



Todos os anos a Pastoral da Catequese da Paróquia de Sant’Ana e São Joaquim, em São José de Mipibu/RN, realizava a Semana Catequética na Capela do Instituto Pio XII, escola paroquial. Antes a programação desta semana se resumia a louvor e pregação, onde todas as pessoas da comunidade eram convidadas a participar, mas aqueles que de fato se envolviam eram as turmas de Primeira Eucaristia e Crisma.
Este ano aconteceu uma verdadeira transformação no evento que passou a chamar-se Semana Missionária Catequética. Isso porque os coordenadores da Pastoral, influenciados pelos conselhos do Papa Francisco em busca de uma Igreja que vai ao encontro dos mais necessitados, viu a possibilidade de dar aos jovens crismandos a oportunidade de por em prática o amor ao próximo através da missão.
O mais impressionante foi ver aos poucos todos os grupos, movimentos e serviços da Paróquia que contêm jovens abraçando a mesma causa e trabalhando juntos. As ações foram sugeridas pelos próprios grupos e durante os dias 5 a 12 de outubro tivemos a alegria de ver as ruas da cidade tomadas pela juventude pregando o Evangelho de Cristo de várias formas. A Semana Missionária Catequética teve também o apoio dos pais dos jovens das turmas de Crisma, de casais do ECC, dos Padres e também das Religiosas. Ao todo foram distribuídas 200 camisetas para os missionários.
Algumas das ações realizadas foram: a distribuição de sopa aos moradores de rua, recolhimento de assinaturas para o Projeto 10 Medidas Contra Corrupção, doação de alimentos à Comunidade Boa Nova, visita aos idosos do Abrigo Anísia Pessoa, teatro, apresentação de dança nas praças e na rodoviária, abraço grátis na feira livre, louvor e pregação na praça, distribuição de lancheiras no dia das crianças e muito mais! Todos os jovens estão de parabéns.
A Semana Missionária Catequética 2015 acabou, mas a missão continua! Depois de experimentar o ardor missionário, muitos jovens pretendem continuar realizando mensalmente estas ações, a fim de ajudar ao próximo e semear a Palavra de Deus. Como diz o próprio lema da semana “A semente plantada germinará!”.